POLÍTICA

Choro de Flávio Dino é por incompetência ou saudade da teta do Leão?

Durante comemoração dos 100 anos do Partido Comunista do Brasil, Dino fez uma cena triste com choro

Durante festa de comemoração dos 100 anos do PCdoB, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), fez uma cena com cara de triste e chegou a chorar perante sua plateia. O que muitos até agora questionam, é: se Flávio Dino chorou por reconhecer sua incompetência ou por saudade da teta do Leão.

Foram sete anos a frente do comando do Estado e pouca coisa feita, em se tratando de obra estrutural. Talvez a maior obra feita na gestão Flávio Dino é a ponte Bequimão/Central, que foi iniciada em setembro de 2016 e querem inaugurar ainda este mês às pressas.

Daqui a 10 dias, Flávio Dino (PSB) deixará o governo e o Palácio dos Leões nas mãos de seu vice, Carlos Brandão (PSDB), para disputar uma vaga no Senado Federal. Olhando para trás, Flávio Dino inaugurou as obras deixadas por Roseana Sarney, pintou escolas antigas e mudou o nome delas, tapou buracos em algumas Estradas Estaduais, tenta construir o hospital da Ilha, mas nunca concluiu.

Dino que fez igual Sérgio Moro, abandonou a magistratura, deve retornar para a sala de aula na UFMA. Ele deixará o governo sem realizar sequer uma grande obra no estado. Algumas minúsculas obras, ainda foram diluídas em poucos meses, como aconteceu com a rodovia que liga Paulino Neves. Fez 65 promessas no primeiro mandato e mais 65 no segundo mandato. Deixa uma dívida com o povo do Maranhão incapaz de honrar e mesmo assim, na cara de pau, quer ser Senador.

Na verdade o governo Flávio Dino serviu apenas para transformar secretários em deputados. Como, ninguém sabe explicar. No primeiro mandato, Flávio Dino elegeu Duarte Júnior, Márcio Jerry e Adelmo Soares, além daqueles que assumiram pastas importantes para usar a máquina pública a seu favor nas eleições de 2018.

Nesta eleição, outros secretários de Flávio Dino também vão buscar vaga no legislativo estadual e federal, como é o caso de Francisco Gonçalves (Direitos Humanos), Felipe Camarão (Educação), Clayton Noleto (Infraestrutura), Carlos Lula (Saúde), Júlio Mendonça (Aged), e tantos outros que se articulam dentro do governo. Já Jefferson Portela e Simplício Araújo, deixaram o governo bem antes e seguiram caminhos diferentes de Flávio Dino.

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