MARANHÃO

Nem dentro da Igreja Flávio Dino conseguiu falar a verdade

Governador do Maranhão prometeu nomear policiais concursados, mas não cumpriu

Os mais antigos sempre diziam que falar era fôlego e que, quem tem boca fala o que quer. Na política não é muito diferente. A diferença é que as falas muitas vezes são mentirosas, enganosas, fantasiosas e coloridas de falsidades. Isso virou rotina em todo Brasil, seja em qualquer época.

No Maranhão, o governador Flávio Dino (PSB), que fez campanha em 2010, 2014 e 2018 batendo nos Sarney, ganhou as eleições e fez pior. Ele deixará o Palácio dos Leões dia 31 de março sem cumprir muitas promessas feitas, entre elas diminuir a pobreza extrema no estado. Dino, além de não ter diminuído, conseguiu a proeza de piorar o que já era ruim: a pobreza extrema aumentou no Maranhão, dentro da sua gestão.

No entanto, essa não foi a única promessa não cumprida. Nesta sexta-feira (21), o radialista Jorge Aragão, publicou em seu blogue um vídeo, do ano de 2018, quando Flávio Dino, num culto na Assembleia de Deus, prometeu nomear todos os aprovados no concurso público da Polícia Militar. Até hoje apenas ficou na promessa de Igreja.

“Se Deus quiser, eu não morro sem colocar todos os senhores a serviço do povo do Maranhão”, afirmou Flávio Dino aos aprovados no concurso da PM do Maranhão. O problema é que Dino deixa o Governo do Maranhão no início de abril e, fatalmente, não poderá cumprir mais essa promessa feita.

É claro que rogamos a Deus que Dino tenha muita saúde e vida em abundância, mas politicamente morre ao poucos, e se tratando de ano eleitoral, até outubro, quando ele vai tentar uma cadeira ao Senado, não será novidade, se a população não venha fazer seu velório político no dia da eleição.

Dino que carrega uma bíblia gigante, não cumpre nada o que está escrito na palavra de Deus. Em João 8:32 diz: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” e em João 844 diz: Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira”.

Por Jorge Aragão (Editado)

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