Arraial do Povo Viva Liberdade encanta a capital maranhense com cultura e tradição

Evento reuniu atrações locais no maior quilombo urbano do Brasil com apoio da vereadora Concita Pinto e lideranças comunitárias

O bairro Liberdade, na região central de São Luís, reafirmou seu papel como um dos maiores palcos da cultura popular maranhense com a realização do “Arraial do Povo Viva Liberdade”. O evento, que abriu a temporada junina na comunidade, celebrou a diversidade artística e o envolvimento popular em uma das regiões mais vibrantes da capital.

O arraial reuniu moradores de todo o Complexo da Liberdade, que inclui as comunidades Fé em Deus, Floresta, Fabril, Camboa, Vila Maruim, Mangue Seco, Promorar, Brasília da Liberdade, Diamante e Vila Gorete. A festa destacou manifestações culturais genuínas do Maranhão, valorizando os grupos locais e a identidade quilombola do território — considerado o maior quilombo urbano do Brasil.

Com forte presença de famílias e grupos culturais da região, o evento teve o apoio da vereadora Concita Pinto, que há décadas atua junto às comunidades do bairro.

“A Liberdade pulsa cultura, e é um orgulho ver essa festa tão bonita sendo organizada por quem vive e ama esse bairro. Estou aqui não só como vereadora, mas como alguém que acredita e investe na cultura popular”, afirmou Concita Pinto.

Lideranças e apoio institucional

A coordenação do evento ficou a cargo do líder comunitário Marco Antônio, morador da Liberdade há mais de 20 anos. Ele foi responsável pela mobilização dos barraqueiros e quiosqueiros, contribuindo para o sucesso do arraial.

O projeto também contou com o apoio dos secretários de Estado Jota Pinto e Vinícius Ferro, que destacaram a importância da valorização da cultura comunitária como ferramenta de transformação social.

“Investir em cultura é investir em dignidade e identidade. A Liberdade tem muito a ensinar ao Maranhão e ao Brasil”, reforçou Jota Pinto.

Com estrutura simples, mas organizada, o Arraial do Povo Viva Liberdade reforçou o papel central da cultura como expressão de resistência e pertencimento das comunidades de São Luís.

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