O prefeito de Alcântara, Nivaldo Araújo, vem enfrentando dificuldades para administrar o município após sucessivos bloqueios judiciais no Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Segundo a atual gestão, os bloqueios seriam consequência de dívidas acumuladas por ex-prefeitos, entre eles Padre William, Domingos Araken, Anderson Wilker e Malé Moares.
De acordo com informações divulgadas pelo prefeito, os valores retidos pela Justiça estão relacionados principalmente a precatórios, débitos trabalhistas, falta de pagamento de servidores e fornecedores, além de outras obrigações deixadas pelas administrações passadas.
Segundo Nivaldo Araújo, somente no mês de abril deste ano, Alcântara teve cerca de R$ 1 milhão bloqueado do FPM, causando impacto direto nas finanças da prefeitura e comprometendo o planejamento administrativo da atual gestão. Veja a nota na íntegra abaixo.
O bloqueio afeta áreas importantes da administração pública, dificultando pagamentos, manutenção de serviços essenciais e a execução de investimentos considerados fundamentais para a população alcantarense.
Mesmo diante do cenário financeiro complicado, o prefeito afirmou que a gestão segue trabalhando com responsabilidade e equilíbrio para reorganizar as contas públicas do município.
“Estamos buscando soluções legais e administrativas para reduzir os impactos desses bloqueios e garantir que Alcântara continue avançando. Nosso compromisso é agir com transparência, respeito com o dinheiro público e responsabilidade com cada cidadão alcantarense”, destacou Nivaldo Araújo.
Nos bastidores políticos da cidade, o assunto voltou a gerar críticas contra administrações anteriores, acusadas de falta de planejamento, ausência de transparência e descontrole financeiro.
Para muitos moradores, a conta das gestões passadas acabou sobrando para a população, que agora sofre os reflexos da crise financeira enfrentada pelo município.
A realidade é dura: a fatura chegou. E, mais uma vez, quem acaba pagando o preço da incompetencia de gestões passadas é o povo de Alcântara.
