A diferença entre Flávio Dino e Jair Bolsonaro é somente o tamanho da ignorância. Quando o assunto é saúde, o governador do Maranhão faz com seus opositores, o mesmo que Bolsonaro está fazendo na pandemia: deixa a população de municípios onde os prefeitos são opositores, sem o repasse para a saúde de hospitais de 20 leitos, bem diferente da época do governo Roseana Sarney, que repassava R$ 100 mil reais a estes municípios.
Com a decisão do Superior Tribunal Federal (STF), determinando que a União obrigatoriamente banque leitos exclusivos para pacientes com Covid-19 no Maranhão (reveja), isso pode representar um alento a alguns prefeitos do estado, que são massacrados pelo governador comunista com a falta de repasses para hospitais de 20 leitos. Em alguns municípios, hospitais foram fechados, o que sobrecarrega os hospitais da capital maranhense.
A regra precisa valer para todos, e usando da mesma lógica que levou o governo Flávio Dino (PCdoB) a cobrar na Justiça repasses do governo federal, os gestores de municípios onde ainda haja hospitais de 20 leitos podem fazer o mesmo, já que o pau que bate em Chico, precisa bater em Francisco.
Como bem destacou o jornalista Gilberto Léda, em seu Blogue, basta que cobrem – diretamente, ou via Judiciário – que o governo estadual volte a fazer os repasses que eram feitos normalmente pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) para a manutenção destas unidades (saiba mais).
Segundo relatos de prefeitos, a dívida da Secretaria de Estado da Saúde com alguns municípios que deixaram de receber os repasses já ultrapassa a casa dos R$4 milhões de reais. Pelo valor, percebe-se o tamanho do massacre do comunista com seus opositores.
Com informações Blogue Gilberto Léda
