Zona do Rebaixamento: Renda média no Maranhão segue como a menor do país

Estado sofre com a alta carga tributária imposta para sustentar a politicagem do governador Carlos Brandão.

O Maranhão continua na lanterna do país quando o assunto é renda média. Mesmo com a criação de programas sociais de forte caráter eleitoral, usados pelo governador Carlos Brandão como ferramenta de distribuição de dinheiro público sob o pretexto de assistência social, o estado permanece na última posição do ranking nacional.

De acordo com dados do IBGE, o rendimento médio do trabalhador maranhense em 2024 foi de R$ 2.051 por mês. O valor representa menos da metade da renda média do Distrito Federal, que atingiu R$ 5.037. No cenário nacional, a média ficou em R$ 3.208, o maior patamar desde o início da série histórica da PNAD Contínua, em 2012.

A pesquisa, que considera salários, aposentadorias, pensões, aluguel e benefícios sociais, mostra que o Brasil acumulou crescimento de 9,3% na renda ao longo dos últimos 12 anos. No entanto, o Maranhão segue preso a um ciclo de desigualdade regional que parece não avançar.

Enquanto o Distrito Federal lidera amparado no funcionalismo público e em setores de alta remuneração, o Maranhão permanece na base, com economia marcada por informalidade, baixa escolaridade, baixa produtividade e ausência de políticas efetivas de estímulo ao empreendedorismo.

A estratégia do Governo Brandão tem caminhado na contramão: alta carga tributária, burocracia que afasta pequenos e médios empresários e um pacote de repasses financeiros disfarçados de programas sociais, cujo objetivo evidente é construir palanque para eleger o sobrinho Orleans Brandão.

Resultado: o Maranhão, mesmo sendo um estado de grande riqueza cultural e potencial turístico, permanece atolado na pobreza — por falta de investimento estrutural em geração de renda, capacitação profissional e fortalecimento da economia local.

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