A assessoria da ex-presidente e atual candidata ao Senado em Minas Gerais Dilma Rousseff (PT), via Twitter, informou que acionou a justiça sobre as declarações do pastor Silas Malafaia. O pastor acusou o agressor de Jair Bolsonaro (PSL), Adélio Bispo de Oliveira, de ser funcionário da ex-presidente. “O criminoso q tentou matar Bolsonaro, é militante do PT e assessora a campanha de Dilma ao senado em Minas.”, escreveu Malafaia no Twitter.
https://twitter.com/PastorMalafaia/status/1037866683531190272
Após a repercussão da mensagem, o perfil de Dilma Rousseff lançou nota em que “está entrando com processo por injúria, calúnia e difamação” contra Malafaia.
A campanha de Dilma Rousseff está entrando com processo por injúria, calúnia e difamação contra o senhor Malafaia. Terá de responder na Justiça.
Assessoria de Imprensa
Dilma Rousseff— Dilma Rousseff (@dilmabr) September 7, 2018
Jair Bolsonaro foi vítima de uma facada no abdômen desferida por Adélio Bispo de Oliveira na tarde de quinta feira (06). Segundo a Polícia Federal, que fez a escolta do candidato, o agressor agiu de forma solitária. Segundo Adélio, sua atitude foi movida pelas declarações negativas de Bolsonaro referentes aos quilombolas, já que ele se identifica como negro.
Os advogados de defesa de Adélio pediram a transferência do cliente para o presídio federal para garantir sua integridade, além de exames psicológicos.
Com informações de Sul 21
