Presidente da Emap, Gilberto Lins, ganha salário três vezes maior que o covernador Carlos Brandão

Gilberto Lins é o principal culpado pelo sucateamento dos ferryboats da Servi Porto e pelas gigantes filas de espera nos portos de Cujupe e Ponta da Espera

De uma coisa o presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Gilberto Oliveira Lins Neto, não pode reclamar: seu salário mensal. Segundo a folha de cargos e salários da autarquia responsável pelo Porto do Itaqui, Gilberto estraria recebendo salário de R$ 47.326,50 mensal, sem contrar das mordomias diárias dentro da empresa.

Para efeitos de comparação, segundo apurou o site Marrapá, o salário do governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), que indicou o ex-presidente da Agência de Mobilidade Urbana (MOB) para o posto de presidente da Emapa, é três vezes menor que de seu subordinado. Brandão recebe apenas salário de R$ 15.915,40 por ocupar a chefia do executivo maranhense.

O vultuoso salário do presidente da Emap, acima da maioria das carreiras profissionais, coloca o baiano Gilberto Lins em uma prateleira seleta dos trabalhadores maranhenses. Talvez por isso ele se considere merecedor de alguns luxos, como alugar um helicóptero para seu deslocamento diário para a empresa, dispor de automóveis de luxo bancados pela autarquia e torrar dinheiro da Emap com brindes e “cacarecos” para visitantes.

Enquanto isso, empresas prestadoras de serviços para o governo Carlos Brandão pararam os trabalhados, demitem trabalhadores por falta de pagamento. A obra dos terminais de Cujupe e Ponta da Espera é um exemplo, onde a construtora Santa Cruz, empresa contratada, acabou parando a obra por falta de pagamento. Mesmo assim, Brandão tenta mostrar um cenário de obras que não existe no Maranhão em sua gestão.

Os deputados estaduais e federais estão calados, em silêncio gigante e não se pronunciam quanto aos desmandos da Emapa e a fritura de de dinheiro com contratos milionários por parte do presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária na gestão Gilberto Lins.

Por Marrapá

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