BABADO DA SEMANA

Com categoria, Flávio Dino chama Bolsonaro na chincha

Com um vocabulário reduzido e um léxico com menos de 200 palavras, Bolsonaro ouviu calado

Debater com o governador do Maranhão, Flávio Dino, não é nada fácil para que é amigo dos livros, imagina para alguém como Bolsonaro que odeia quem inventou livros. Na manhã desta terça-feira (27), Flávio Dino participou em Brasília de reunião com o presidente da República Jair Bolsonaro e demais governadores da Amazônia Legal. Durante o encontro Flávio Dino aproveitou a oportunidade e fez duro pronunciamento em defesa da Amazônia, deixando Bolsonaro sem argumentação.

Diferente dos demais governadores, que falseavam uma diplomacia para não confrontarem diretamente o presidente Jair Bolsonaro, Flávio Dino não fez rodeio e foi direto no fígado do presidente. “Devemos procurar um processo de cooperação que abranja outros países e organismos privados. Não sou daqueles que satanizam ONGs. Temos ONGs de imensa seriedade no Brasil e no mundo […]. Precisamos separar o joio do trigo como diz a bíblia. Não podemos dizer que as ONGs são inimigas do Brasil. Não é tocando fogo nas ONGs que vamos salvar a Amazônia”, afirmou o comunista.

Para fechar a tampa e jogar a chave fora, Flávio Dino ainda tocou o dedo na ferida, falando sobre a soberania brasileira. Dino disse que esta não está ameaçada e é um preceito constitucional que a Amazônia é patrimônio nacional e que não é atacando outros países que ela é afirmada. “A soberania não se afirma retoricamente, não é uma fraseologia. É uma obrigação que temos que cumprir”, salientou o governador.

Bolsonaro ainda está tentando entender as palavras proferidas por Flávio Dino durante a reunião. Após um mês, quando os assessores do presidente conseguirem traduzir, Bolsonaro deverá responder com seu vocábulo chulo para o governador do Maranhão.

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