CÂMARA DE SÃO LUÍS

Câmara de São Luís realiza ações em prol da saúde mental dos servidores

Iniciativa promovida pela Casa Legislativa contou com palestra e atividades de relaxamento

Os servidores da Câmara Municipal de São Luís assistiram uma palestra, na manhã desta terça-feira (26), sobre saúde mental. Ministrada pelos psicólogos do Departamento de Recursos Humanos da Casa, Mauro Sérgio Barbosa Brandão Júnior e Ruan Marcus de Jesus Pinheiro Ferreira, a discussão foi alusiva ao “Janeiro Branco”, mês dedicado à conscientização da população sobre a importância de cuidar da saúde mental.

Com o slogan “Todo cuidado conta”, a exposição serviu para explicitar a ligação entre o bem-estar emocional e a qualidade de vida. Ou seja, que todo mundo possui problemas emocionais, e o melhor caminho para resolvê-los é por meio da terapia. O autoconhecimento pode evitar muitos males, além de cooperar para uma socialização mais saudável.

A servidora Eva Luz ressalta a importância de trazer essa discussão aos colegas da Casa. “A maior parte do dia destes servidores, é gasta no trabalho, convivendo com colegas com as mais diferentes personalidades. Tratar da saúde mental é benéfico e gera resultados positivos para toda a equipe”, afirmou.

O psicólogo Mauro Brandão Júnior abordou o conceito de qualidade de vida, quais os elementos necessários para possuir qualidade de vida, a importância de se ter hábitos saudáveis. Ele fez uma dinâmica, para as pessoas refletirem sobre os seus hábitos, chamando atenção para a importância de se autoconhecerem e de olharem para dentro de si mesmas.

“Falar de saúde mental, não é só a ausência de doenças ou questões psicológicas, mas, uma série de circunstâncias, que envolvem questões sociais e políticas. Então, falar sobre saúde mental é dar a possibilidade para as pessoas compreenderem qual a importância disso, para buscar o bem-estar”, destacou.

Na opinião do psicólogo Ruan Ferreira, a palestra foi importante para refletir sobre a necessidade de se autoconhecer e de aprender a gerar bons pensamentos. O especialista também disse que a palestra serviu para compreender, que, a qualidade de vida e saúde mental estão interligadas.

“A qualidade de vida engloba as questões física, psicológica, emocional, espiritual, social e de relacionamentos, entre outras. E dentro disso tudo, precisamos buscar a estabilidade, para ter uma vida mais harmônica, feliz e saudável”, frisou.

Foto: Paulo Caruá

Dicas de Relaxamento

A atividade foi encerrada, com dicas sobre relaxamento mental e técnicas de respiração, proporcionada pela servidora Eva Luz, que é instrutora de Yoga. Segundo ela, a partir da meditação e da disciplina dos movimentos, é possível prevenir e administrar problemas de ansiedade, depressão e síndrome do pânico.

“A Yoga é uma alternativa para prevenir doenças, obter controle emocional e autoconhecimento. A dica que passei hoje, ajuda a ficar mais calmo e diminui o estresse”, orienta Eva.

Por que Janeiro?

O mês de janeiro foi escolhido pelo fato de as pessoas repensarem suas vidas, planos e sonhos a cada ano novo. Além disso, muitos passam pela melancolia de fim de ano, sendo esse o momento ideal para começar a cuidar da mente.

Por que Branco?

Porque a cor branca possui a simbologia da “fusão de todas as cores”, significando tanto a ausência, como a soma de cores e representando o papel em branco, que nos convida a escrever e reescrever a história de nossas vidas. O branco é também referência de paz e espiritualidade.

Saúde Mental e Tabu

Quando sentimos alguma limitação na visão, procuramos um oftalmologista, quando temos febre, vamos ao clínico, mas, nem sempre a mesma lógica se aplica ao dia a dia na saúde mental. Persiste ainda, a ideia de que, quando se trata da nossa vida emocional, temos a obrigação de “dar conta sozinhos”.

Por isso, a campanha pioneira busca conscientizar a humanidade, assim como as autoridades governamentais e legislativas do mundo, a respeito da importância de estratégias e de políticas públicas voltadas para a promoção da Saúde Mental nas sociedades, nas vidas dos indivíduos e das instituições sociais.

Por Isaías Rocha

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