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Covid-19 vai deixar sequelas políticas graves em Bolsonaro

A incapacidade administrativa é uma das sequelas já diagnosticadas

Os pobres são os que mais estão sofrendo com a pandemia do novo coronavírus no Brasil, principalmente pela falta de capacidade administrativa do presidente da República, Jair Bolsonaro.  Classificado como “Seu Lunga do Planalto”, Bolsonaro se apegou a um público igual ou pior que ele para tentar administrar um pais cheio de falcatruas, incluindo as dele e dos filhos. O brasileiro que votou em Bolsonaro amarrou o cachorro com uma linguiça, se identificou com ele em alguma de suas delinquências e achou que andaria armado pelas ruas do Brasil. Hoje os mesmos brasileiros sequer estão fazendo uma refeição por dia. É um delinquente que decorou um versículo da bíblia, recitou e 57 milhões de brasileiros acharam que Bolsonaro estava convertido ao cristianismo. É bom lembrar aos que seguem as normas do padre ou do pastor, que quando Deus manda até o Satanás obedece. Foi isso que aconteceu em 2018.

De acordo com a pesquisa IPEC divulgada nesta quinta-feira (24), o governo Jair Bolsonaro tem reprovação (ruim/péssimo) de 50%, um aumento de 11 pontos percentuais na comparação com o último levantamento, publicado em fevereiro que registrou 39%. Apenas 23% dos entrevistados consideram a gestão Bolsonaro ótima ou boa, uma queda de cinco pontos (28%). Isso é o reflexo da má gestão, da valorização da fome, do aceleramento da inflação e do descontrole na gestão da saúde na Pandemia do Novo Coronavírus, onde mais de 500 mil brasileiros já morreram com Covid-19 por falta de um plano eficaz de combate ao vírus.

Ainda restam algumas almas vivas defendendo Bolsonaro nas redes sociais ou grupos de WhatsApp, espalhando fake news, alimentando o ódio, agredindo pessoas que pensam diferente. Muito influenciados por líderes religiosos, outros por aliados políticos. Entre os apoiadores tem gente que comete crimes de vários tipos: vai do traidor da esposa, milicianos ao caloteiro. De acordo com as novas estatísticas, 26% dos brasileiros acham a administração federal regular. Eram 31% na última pesquisa. Os que não souberam ou não responderam somaram 1%, diminuição de 1 ponto percentual, já que na última pesquisa eram (2%). Os números foram divulgados pelo Jornal Nacional, da TV Globo.

Os bolsonaristas fingem não acreditar nas pesquisas, tentam zombar dos números, mas no fundo já perceberam que a casa está caindo. O castelo que parecia ser de concreto, mostra que foi construído apenas de areia. Até Bolsonaro já sente o gosto da despedida, por isso diz que as urnas eletrônicas não são confiáveis, insiste em voto impresso e tenta de qualquer jeito mudar isso na Câmara e no Senado, negociando cargos com deputados e senadores. Bolsonaro tem apoio de grandes pastores e gigantes igrejas, já que esse ainda é um grande curral eleitoral e o voto impresso será uma opção dos líderes religiosos forçarem suas ovelhas e obter o comprovante. O certo é que os brasileiros pagam caro pela incompetência e arrogância de um presidente que só pensa nele e na família.

Os eleitores de Bolsonaro que foram encabrestados, por lideranças políticas ou religiosas, estão em silêncio, muitos passam dificuldades, outros perderam seus empregos ou benefícios socais sem explicações, alguns passam fome, enquanto seus líderes andam de carrões, helicóptero, compram fazendas, e barganham alto no governo Bolsonaro às custas daqueles que acreditaram que o presidente da República foi enviado por Deus. Teve até pastor que batizou Bolsonaro nas águas do Rio Jordão, mesmo o cara não sendo convertido, como mandam as regras da igreja evangélica. O pastor que batizou, foi preso, não por ter batizado Bolsonaro, mas por suspeita de operar um esquema de corrupção no Rio de Janeiro.

Um país com 5.570 municípios, mais de 210 milhões de brasileiros, não pode ser administrado por um deficiente mental, visual e físico, que espele fezes pela boca 24h, está em um furação de escândalos, protege os filhos de crimes, entrega o Brasil aos estrangeiros,  não confirma sentado aquilo que fala em pé, tenta a todo tempo colocar culpa aos antecessores e insiste em dizer que é honesto, mesmo se aliando com criminosos conhecidos da política, com o único objetivo, se manter no cargo.

O mais humilde brasileiro, sabe que Bolsonaro não sabe administrar, é uma marionete no governo e depende dos ministros, além de ser conduzido por uma bengala chamada Carlos Bolsonaro, principal assessor, mesmo sendo vereador do Rio de Janeiro, mas vive em Brasília. Na última pesquisa foram questionados sobre a maneira de governar de Bolsonaro, e 66% dos entrevistados disseram não aprovar, alta de oito pontos percentuais em relação ao último levantamento que registrou (58%). Só 30% aprovam (eram 38%) e não souberam ou não responderam, 4%, um ponto percentuais a menos.

Mesmo Bolsonaro pintando o Brasil de ouro, os brasileiros que foram massacrados em sua gestão, não votarão mais nele. A prova disso são as visitas do presidente da República em cidades pequenas, onde um caixeiro é novidade e seus aliados patrocinando idas de povo para os eventos, mantendo aquele cercadinho para fazer imagens de close. Os dados da ultima pesquisa mostram que 68% das pessoas disseram não confiar em Bolsonaro, sete pontos percentuais a mais (61%). Ao todo, 30% afirmaram que confiam nele, uma queda de seis pontos percentuais. E apenas 2% não souberam ou não responderam (eram 3%). Como forma de mudar o foco da crise no governo, Bolsonaro agride jornalistas, um prato cheio para seus apoiadores.

O certo mesmo é que a Pandemia do Novo Coronavírus desembarcou no Brasil justamente quando os brasileiros elegeram um inútil, egoísta, prepotente e arrogante, que destruiu as universidades, rechaçou a ciência, receitou cloroquina o combate a Covid-19, incentivou a população não usar máscaras, fez aglomerações, atacou governadores e prefeitos, mas usou dinheiro público para comprar apoio de deputados e senadores do Centrão, que o próprio Bolsonaro já havia batizado como a banda podre do congresso. A pandemia deixa sequelas políticas graves em Jair Bolsonaro, que se despedirá em 2022 sem construir nada, já que os últimos 2 anos e meio apenas inaugura obras do PT, entrando para a história política do Brasil como o único presidente a não se reeleger. O Brasil não está pior graças ao STF que deu autonomia aos prefeitos e governadores no combate a Pandemia.

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