MARANHÃO

Flávio Dino é o responsável pelo aumento da pobreza no Maranhão

Em 2015, Dino encontrou o Maranhão com 21 municípios no mapa da miséria e deixou cargo com o dobro

É incrível assistir Flávio Dino se portando como comentarista do próprio governo quando o assunto é a pobreza no Maranhão. Assim como faz com outras áreas, o ex-governador lava as mãos e finge que não é responsável e nem pode fazer nada para acabar com o problema.

Para que não restem dúvidas: o aumento da pobreza no estado é culpa de Flávio Dino, conforme recente estudo divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) com base em dados do IBGE.

Eleito em 2014, culpando Roseana e a família Sarney pelo atrasado no estado, mudou o discurso e foi elevando sua lista de culpados, inclusive, pelos próprios erros. Quando assumiu em 2015, ex-governador havia encontrado 21 municípios no mapa da desigualdade. O problema, entretanto, é que sob sua a gestão, houve um aumento inegável dos indicadores sociais no estado ao longo dos últimos sete anos.

Quando deixou o cargo em março deste ano, o Maranhão já apresentava o dobro do índice cidades no ranking de pobreza: Atualmente, 40 dos 100 municípios mais pobres do Brasil estão no estado maranhense.

Para que fique explícito, em seu discurso de posse, o próprio Flávio Dino reconhece que encontrou o Maranhão com 21 cidades no triste ranking da pobreza. Para contrapor essa estatística, prometeu algumas ações como o “Mais IDH”, que até hoje não trouxe nenhum efeito na prática.

Como não conseguiu mudar os péssimos indicadores, o ex-governador tenta buscar um culpado pelos fracassos. Para fugir da responsabilidade, passou a usar argumentos irrefutáveis quase sempre inexplicáveis como, por exemplo, atribuir a culpa ao presidente Jair Bolsonaro com o argumento de que a pobreza aumentou em todo o Brasil, o que não é verdade. Antes, ele já culpou ex-governadores e, óbvio, a família Sarney.

Assim que assumiu o governo, em janeiro de 2015, Flávio Dino prometeu que, ao fim do seu mandato, nenhuma cidade maranhense estaria no rol das mais pobres do país. Porém, ele deixou o Palácio dos Leões e entregou um estado ainda mais pobre do que recebeu.

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Por Isaías Rocha

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