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Flávio Dino não montou grupo político, apenas reuniu conglomerado com outros grupos

Antes de se eleger governador Flávio Dino já havia demonstrado que não montaria grupo político e ficaria agregado em outros grupos

A situação política de Flávio Dino não é das melhores, nem no cenário estadual e muito menos no nacional. Despachado por Lula que não será seu vice na chapa, o ex-comunista, agora socialista, tem andado perturbado e a cada minuto fala ou escreve alguma coisa diferente. Nada bate no psicológico de Flávio Dino. Para quem não lembra, Dino nasceu para a política dentro do grupo de Zé Reinaldo Tavares, onde virou deputado federal e depois governador do Maranhão.

Passados os anos, o grupo de Zé Reinaldo acabou e junto o ex-governador também. Em 2014 quando Flávio Dino concorreu ao Palácio dos Leões, com ajuda de Zé Reinaldo, mesmo sem concorrente, um conglomerado foi montado, uniram-se a vários grupos políticos.

Em 2018 em busca da reeleição, Flávio Dino conseguiu manter o conglomerado com os grupos políticos de Weverton (PDT), Simplício Araújo (SD), Cléber Verde (PRB), Josimar de Maranhãozinho (PL), Fufuca (PP), Jucelino Filho (DEM) e um pedaço do PT.

Em 2020, Dino tentou mostrar força política na eleição municipal em São Luís, mas acabou sendo derrotado em primeiro e segundo turnos. Teve o conglomerado rachado em 5 partes, tentou juntar os cacos no segundo turno, mas não evitou uma derrota em São Luís. Nas principais cidades do interior do Maranhão não foi diferente. Em Imperatriz por exemplo, Dino levou uma surra com seus candidatos a prefeito.

Faltando 15 meses para as eleições de 2022, Dino começa a dar mostras de que passou 7 anos no comando do Palácio dos Leões, alimentando ser todo poderoso, mas está prestes a ser um simples ex-governador, assim como está sendo Zé Reinaldo Tavares, seu principal tutor. Sem grupo político, Flávio Dino já fala em ficar até o fim do mandato, já que o conglomerado montado em 2014 aos poucos será desmontado e cada um irá procurar seu novos caminhos, como é o caso de Josimar e Weverton que são pré-candidatos ao governo.

Segundo fontes de dentro do Palácio dos Leões, Flávio Dino tem medo que o conglomerado montado em 2014 rache e ele nem senador seja eleito, passando assim o maior vexame da história política do Maranhão, já que corre o risco de não ter apoio necessário. Sem grupo para chamar de seu, Dino deve se manter no cargo até o fim do mandato como governador, abrir mão de tentar a cadeira de senador e tentar convencer Brandão a brigar pela única cadeira ao Senado.

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