MARANHÃO

Imagens mostram ferryboat José Humberto escondido em reforma antes de fazer viagens

A embarcação de 35 anos vendida como “nova” por Carlos Brandão passa por reparos na Ilha do Medo

Parece que os governantes estão brincando com a vida dos maranhenses. Após Carlos Brandão anunciar a chegada de um ferryboat “Novo” e “Moderno”, mesmo sendo uma embarcação velha com 35 anos de uso, nesta sexta-feira (10), o Jornal da Difusora, mostrou imagens que comprovam que o ferry-boat José Humberto, trazido do Pará e apresentado à população como uma embarcação de alto padrão, passa, tão logo chegou ao Maranhão, na semana passada, por reparos na hélice, motor, e casco.

O ferry, que sempre navegou em rios de água doce e que de acordo com seu registro de inscrição na Marinha, entrou em atividade em 1987, recebe novas intervenções na Ilha do Medo, situada a Noroeste da capital São Luís, segundo informações do telejornal da TV Difusora.

Pertencente à empresa Rebelo Indústria, Comércio e Navegação Ltda. (REICON), a embarcação foi contratada pelo Palácio dos Leões como forma de melhorar o serviço de travessia entre São Luís e a Baixada Maranhense, que vem sendo alvo de duras críticas e protestos por parte dos usuários nos Terminais da Ponta da Espera e Cujupe.

Mesmo sabendo que a embarcação pode não segurar as pancadas de água salgadas no Boqueirão, e causar a maior tragédia, o Governo do Maranhão insiste no erro e pressiona a Marinha do Brasil e capitania dos Portos em liberar a embarcação para funcionamento. A promotora do Consumidor, Lítia Cavalcanti, está marcando colado e somente ela pode evitar uma futura tragédia na baía de São Marcos.

Atualmente, apenas a Internacional Marítima, do empresário Luís Carlos Cantanhede, está fazendo o transporte de passageiros e veículos e cumprindo sua carga horária e tentado ajudar nos horários deixados pela Servi Porto..

Três ferrys da Servi Porto, pioneira no serviço, estão parados devido as péssimas condições dos mesmos, situação gerada, de acordo por representantes da empresa, por três intervenções estatais patrocinadas pelas gestões de Flávio Dino (PSB) e do próprio Brandão. O Governo do Maranhão quebrou a empresa Servi Porto e sucateou o transporte aquaviário.

Atualmente para deixar os três ferryboats da Servi Porto funcionando, seriam necessários investimentos de R$12 milhões de reais, já que a MOB destruiu todos os setores das embarcações, inclusive motores.

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