POLÍTICA

Importante papel de Carlos Brandão no Governo Flávio Dino

O vice-governador tem sido uma espécie de interlocutor entre governo e lideranças

Mais uma vez ficou comprovado que o vice-governador, Carlos Brandão, terá um papel importante no Governo do Maranhão, tanto para o governador Flávio Dino como para os maranhenses de uma maneira geral.

Decidido a disputar a Presidência da República em 2022, Flávio Dino já traçou uma estratégia, que passa principalmente pela sua postura oposicionista ao Governo Jair Bolsonaro.

O comunista aposta no fracasso de Bolsonaro e quer se colocar como seu principal opositor, tanto que diuturnamente tenta se posicionar no debate nacional criticando a maioria absoluta das ações do Governo Bolsonaro, em especial do próprio presidente da República.

Com essa estratégia, Flávio Dino, em tese, coloca em risco o seu governo e o próprio Maranhão, que podem ser retaliados por Jair Bolsonaro. Só que é exatamente nesse momento que surge Carlos Brandão.

Com uma postura bem mais conciliadora e conhecido pela articulação política, Carlos Brandão tem sido um excepcional interlocutor junto ao Governo Jair Bolsonaro.

Brandão já esteve em Brasília e participou de várias reuniões com ministros de Bolsonaro. Em uma delas resultou, ao lado da solicitação da Bancada Federal, na visita do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, nesta última sexta-feira (08).

O vice-governador esteve ciceroneando a passagem do ministro de Bolsonaro ao Maranhão e fez questão de colocar o Governo do Estado à disposição do Governo Federal para tentar apressar a conclusão da duplicação da BR-135, principal motivo da vinda de Tarcísio Freitas.

Com Brandão na retaguarda e agindo como vem agindo, Flávio Dino poderá seguir sendo oposição ferrenha a Bolsonaro, seguindo assim sua estratégia já traçada, sem correr o risco de ter o seu governo e/ou o Maranhão penalizado.

E é desta forma que Carlos Brandão vai se tornando cada vez mais importante e necessário, não só para Flávio Dino, mas principalmente para o Maranhão.

Por Jorge Aragão

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