ELEIÇÕES

Jeisael assina Carta de Compromisso ao Saneamento Público de São Luís

O pré-candidato a prefeito de São Luís, pelo Rede Sustentabilidade mostra que tem compromisso com o povo

Durante a reunião realizada pelo Sindicato dos Urbanitários do Maranhão (STIUMA), o pré-candidato Jeisael Marx (REDE) disse que sempre teceu críticas ao serviço prestado pela Caema, e que já até defendeu a necessidade de substituir o modelo de prestação de serviço existente, por entender que até agora esse modelo não se mostrou capaz de trazer solução para os problemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade.

Apesar de tecer críticas ao serviço prestado, Jeisael destaca a importância social da Caema, que fornece água em regiões de maior vulnerabilidade social, e fez algumas reflexões.

“Será que com uma privatização, nós vamos ter o que a Caema faz hoje? Ser maleável com aquela pessoa que mais precisa, em vulnerabilidade social, e que muitas vezes não tem condição de pagar? Uma empresa privada teria a mesma complacência?”, questionou Jeisael.

O jornalista entendeu o chamado dos trabalhadores e assinou a Carta de Compromisso em defesa da Caema e do Saneamento Público de São Luís, destacando que a Rede Sustentabilidade votou contra o Marco Legal do Saneamento Básico, a Lei que trata da privatização de estatais do setor e extingue o modelo atual de contrato sem licitação entre municípios e empresas estaduais de água e esgoto, mas disse que qualquer gestor terá que cumprir essas exigências legais.

O pré-candidato a prefeito pela Rede disse que suas principais preocupações são a prestação de serviço com qualidade e a preservação de direitos dos usuários e dos trabalhadores.

Jeisael destacou a necessidade de discutir propostas inteligentes, e propôs um trabalho em conjunto com os municípios vizinhos para viabilizar solução de problemas comuns na Grande Ilha, como é o caso do saneamento, com a criação de um Fórum Permanente do Saneamento Básico na Ilha, envolvendo São Luís, Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar. “No nosso Plano de Gestão, está previsto criar o Consórcio da Grande Ilha pra discutir problemas comuns aos quatro municípios”, destacou.

Ao assinar a Carta Compromisso, Jeisael disse que é preciso ir além e discutir o tema também com a população.

Por Clodoaldo Corrêa

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3 Comentários

  1. Já começou errado, querendo a manutenção da Caema, que só serve de cabide de emprego político.
    Não há possibilidade alguma de tornar a Caema produtiva sendo estatal, o caminho é a privatização pra ontem, vide o exemplo da Cemar e Telma, que depois de privatizadas só trouxeram benefícios pra população maranhense!
    Se continuar com esse discurso, é só mais do mesmo, da velha política que compactua com a ineficiência de serviços prestados pra população.

    1. A privatização da Cemar e Telma melhorou para o consumidores? Onde? Em qual cidade? Em qual estado? A Caema, por exemplo, tem milhares de consumidores que usam gato, furtam água. O problema está na gestão, mas também em consumidores. Simples assim!

      1. Não se vê melhora na prestação de serviços da Equatorial? Hoje você resolve tudo pelo aplicativo, não precisa mais ir ao posto de atendimento e perder várias horas do dia para resolver qualquer problema. Não se reportam mais problemas de falta de energia com frequência como era no período da CEMAR, fora as oscilações que constantemente queimavam aparelhos eletrônicos dentro de casa. E quando havia sobrecarga na rede e ficávamos sem energia às vezes quase por um dia? É não querer ver o óbvio.
        Em relação a TELMA, essa nem se fala. Quem tinha linha telefônica da Telma era bem de vida, pois além de muito cara, só passava em bairros onde se tinha maior poder aquisitivo, fora os serviços de péssima qualidade (queda de ligação, preços abusivos, limitação de locais onde se tinha disponibilidade de fiação para linha telefônica e etc.), hoje se quiser, podes ter quantas linhas desejar, em quase todo lugar e a um preço infinitamente mais em conta, na operadora que quiser, pois o valor de uma linha é determinado pela concorrência, não mais sendo um monopólio, além de não necessariamente depender de fiação exclusiva pra isso, podendo ser até por Voz IP.

        Defender monopólio nos dias de hoje é sinônimo de “gostar da ineficiência” e não pensar em momento nenhum no consumidor final, que é quem mais se beneficia da livre concorrência de mercado.

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