POLÍTICA

Para tentar se defender, Lahésio Bonfim faz como todo bolsonarista, ataca a imprensa

Em Nota, o candidato ao Governo pelo PSC, não diz nada com nada sobre evolução patrimonial em 6 anos na política

O ex-prefeito de São Pedro dos Crentes e candidato ao Governo pelo PSC, Lahésio Bonfim, decidiu atacar a imprensa ao invés de explicar, de forma clara, sua evolução patrimonial nos últimos dois anos.

Em um release encaminhado a vários veículos de comunicação, o médico, que já foi filiado ao PT, PSB e PDT, disparou críticas àqueles que trataram sobre o tema, que, de fato, chama muito a atenção.

Médico e servidor público, Lahésio, que hoje é bolsonarista, é o postulante ao Palácio dos Leões mais rico, de acordo com sua prestação de contas encaminhada à Justiça Eleitoral.

Ele afirmou possuir mais de R$ 4,6 milhões em bens. Em 2020, quando concorreu a reeleição para o cargo de prefeito, disse possuir, à época, pouco mais de R$ 2,2 milhões.

“E outra, falam da minha declaração de bens, mas falem que fizeram um fake, que pegaram os meus bens, multiplicaram por dois, por três, para aumentar meus bens e assustarem a população. Mas lembrem também que foi com trabalho de um médico que tá quase 20 anos exercendo a sua profissão, falem isso, falem a verdade”, disse o candidato no release.

Lahésio governou São Pedro dos Crentes gritando aos quatro cantos que não recebia salário referente ao cargo de prefeito.

O dinheiro, segundo ele, era revestido para construir casas para quem estivesse necessitando.

Na pré-campanha, o médico, por diversas vezes, disse que, sequer, tinha dinheiro para pagar hotel nas cidades que visitava.

Como num passe de mágica, passou a rasgar os céus do Estado em aeronaves.

Lahésio tem a sua disposição, hoje, uma das marqueteiras mais caras do Brasil, que trabalhou recentemente para o governador Carlos Brandão (PSB), candidato a reeleição.

O candidato do PSC, ao invés de atacar a imprensa, deveria explicar não apenas o seu considerável crescimento financeiro, mas também as questões já citadas e outras, como o fato de não mais nominar os responsáveis pelo empobrecimento do Maranhão.

Por Gláucio Ericeira

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