MARANHÃO

Representante da Servi Porto fala sobre Ferry Boats tomados por Flávio Dino

Lina Rosa Garcia Neves enviou Nota de Esclarecimento para o Jornal Pequeno, para desmentir Dr Pêta

Até os dias atuais, nenhum passageiro sabia sobre a verdadeira situação das embarcações da empresa Servi Porto Serviços Portuários, tomadas pelo então governador Flávio Dino e entregues a Agência de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB). Uma representante da Servi Porto acusa o Governo do Maranhão de cometer crimes dentro das embarcações.

Neste final de semana, uma representante da Servi Porto, Lina Rosa Garcia Neves, procurou a Coluna do Dr Pêta, no Jornal Pequeno, para contrapor uma publicação que foi ao ar no último domingo, 15, sobre a crise nos terminais de ferry-boat!

Lina Rosa Garcia Neves disse que a Servi-Porto nunca operou de forma ilegal e clandestina desde 1987”,  como havia sido noticiado. Rosa disse a empresa iniciou o serviço de ferryboat “de maneira pioneira e atendendo aos anseios da população dos 35 municípios da baixada e litoral oeste maranhense. Segundo Lina, a Servi-Porto é a maior empresa do segmento de transporte aquaviário do Maranhão.

De acordo com a Nota enviada ao Jornal Pequeno,  a Servi Porto “desenvolve as atividades de Apoio Portuário desde 1987, autorizada por meio da Resolução N°.9.620/1987, concedida pela Superintendência Nacional da Marinha Mercante, publicada no diário da União em 3 de julho de 1987, autorizada pela ANTAQ, por meio da Resolução N°1211 e do Termo de Autorização N° 500, assim como autorizada como Operadora de Transporte de Travessia para Transporte de Passageiros e Cargas, pela Sinfra, Portaria N° 082, de 04 de Outubro de 2013, publicada em 11 de outubro de 2013, seguida da permissão precária nos termos atuais!

Lina Rosa Neves disse ainda, que ao longo dos últimos anos a Servi-Porto prestou um grande serviço ao povo maranhense, transportando aproximadamente 26.500.000 (vinte e seis milhões e quinhentos mil) passageiros e cerca de 3.800.000 (três milhões e oitocentos mil veículos ), consignando que nestes 35 anos foi registrado um número reduzido de atrasos e leves intercorrências, se comparado aos constantes atrasos, paralisações, quebra de motores, barcos a deriva e outras intercorrências graves nos moldes da que atualmente está se verificando sob a gestão do estado do Maranhão.

Lina diz ainda, que foram investidos recursos próprios nos terminais da Ponta da Espera e Cujupe, assim como na construção de todos os ferries boats atualmente existentes, considerando que os atuais ferries “Cidade de Araioses”, “Cidade de Tutóia I” e “Baía de São José I” estão entre os dez maiores ferries boats do Brasil e possuem capacidade para mais de mil passageiros e 100 carros, cada um, em substituição aos antigos ferries boats” Cidade de Pinheiro”, “Cidade de Alcântara” e “Cidade de Cururupu”, menores e já comercializados para outros empresários.

Quanto à intervenção – Lina Neves foi categórica ao falar sobre essa intervenção criminosa, que desempregou muitas pessoas e deixou os passageiros sem transporte. “Conforme constam nos autos do processo judicial movido contra o governo do Estado, no momento da intervenção a empresa possuía todos seus três ferries em funcionamento. Basta que se acesse os dados da EMAP e MOB, onde ficam registradas todas as viagens; inclusive, há provas dos danos causados pela gestão deficitária intervencionista ao ferrie “Cidade de Araioses”, entregue inoperante com a quebra do motor, desde junho de 2020, objeto de pedido de indenização protocolado após a primeira intervenção; e um outro ferrie – “Cidade de Tutóia” –, que acabou paralisado, totalmente sucateado e encostado, do qual foram retiradas peças de forma criminosa”, descreveu a verdadeira representante da Servi Porto.

Segundo Lina Rosa, o ferrie Baía de São José I foi recentemente paralisado com sérios problemas de alagamento, o que inutilizou os motores. “É fato verídico que atualmente todos os ferries da empresa Servi-porto estão com problemas graves ocasionados pela má gestão durante a intervenção, estando seus proprietários preocupados não somente com seu património, mas com a possibilidade de a população maranhense não possuir nenhum de seus ferries operando nos próximos dias, caso esta intervenção se prolongue ainda mais. Cabe ressaltar que a empresa Servi-porto possui mais de 35 anos de existência e os herdeiros do Sr. Nemésio, que o acompanhavam na gestão da empresa, permanecem como proprietários e possuem o direito de administrá-la em conformidade com as leis brasileiras que garantem o património particular e o livre exercício da atividade empresarial, fatos estes que não condizem com as atitudes ocorridas nos últimos anos em nosso Estado”, finalizou a representante da Servi Porto.

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