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A Democracia precisa derrotar o Fascismo com todas as forças

As candidaturas de Ciro, Haddad e Boulos representam o debate de ideias e democrático contra a candidatura de Jair Bolsonaro

O Brasil neste exato momento se encontra à beira de um precipício praticamente sem fundo. O discurso de ódio e que contesta a reflexão e análise básica de informações tomou conta de corações e mentes de parte considerável da população, do mais pobre até o mais rico, da mais alta ou mais baixa escolaridade.

A candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) representa o que há de mais perigoso no mundo: a instauração do fascismo em sua face mais cruel e sanguinária. Mesmo com todas as histórias lidas nos livros, filmes, documentários a respeito dos regimes ditatoriais que tinham em seu núcleo duro o racismo e xenofobia, não foram mais suficientes para abrir as mentes das pessoas que agora se encontram cegas diante das Fake News espalhadas em todos os cantos.

Diante de tantos temores, vivemos à sombra da ditadura militar e dos torturadores que Bolsonaro carrega na ponta de sua arma de ódio e completo deboche aos fatos, dados, instituições – as que ainda funcionam – e até o sistema eleitoral de contagem de votos, numa clara tática de impor sua vitória sendo que há quase 30 anos é eleito deputado pelo Rio de Janeiro pelo mesmo sistema (e que a cada ano se aperfeiçoa e se torna um modelo robusto contra fraudes comprovado).

No meio dessa confusão, temos quem represente a voz da sensatez e do debate honesto e de alto nível que a sociedade brasileira precisa: Fernando Haddad (PT) – ao lado de sua vice Manuela D’Ávila (PCdoB) -, Ciro Gomes (PDT) e Guilherme Boulos (PSOL). O debate sempre respeitoso e propositivo de ideias e projetos é um alívio frente a bagunça de notícias falsas que se alastrou em grupos de WhatsApp e em toda a internet. A internet, ferramenta tão visionária que colocaria a sociedade em outro patamar de conhecimento e reflexão, já há muito se tornou um ambiente tóxico potencializado pelas redes sociais e com o investimento de marcas e empresas de comunicação que também propagam sua visão ideológica excludente, sempre contrária a avanços sociais e econômicos progressistas.

É urgente que os eleitores nesta reta final tenham em mente que mais do que um partido, o que está em jogo é o futuro da Democracia e é preciso lutar com todas as forças contra o Fascismo, o Nazismo, a Ditadura, o ódio e a falta de empatia. Mas assim como tais idéias antidemocráticas não surgiram com o voto, elas não se encerrarão com ele.

Agora será uma luta árdua e sem precedentes para desmistificar anos de desconstrução do que era tido como verdade universal.

Somente as candidaturas de Fernando Haddad, Ciro Gomes e Guilherme Boulos podem frear essa ascensão nefasta. Guilherme Boulos não tem chances de segundo turno, mas seu apoio é de importância fundamental. Alckmin e Marina ajudaram a polarizar o debate e seus discursos não apontam para uma conciliação, devendo deixar o seu eleitorado decidir.

Haddad ou Ciro indo ao segundo turno, é imprescindível que os eleitores democratas se levantem contra a candidatura de Bolsonaro que representa o atraso em todos os sentidos.

A Democracia precisa reagir com força total.

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Aquiman Costa

Graduado em Comunicação Social - Jornalismo (2015) e Pós-Graduado em Assessoria de Comunicação (2018), ambos pela Faculdade Estácio de São Luís.

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