BABADO DA SEMANA

Após aumento de rejeição, Flávio Dino estuda trocar comando da Secom

A última pesquisa mostrou queda de popularidade e aumento de rejeição de Flávio Dino

O governador do Maranhão, Flávio Dino, avalia realizar mudanças no comando da Secretaria de Comunicação, Secom, atualmente comandada pelo jornalista e militante radical de esquerda Ricardo Capelli.

Com perfil mais burocrático e pouco afeito ao diálogo, Capelli ganhou notoriedade por sua atuação nos gabinetes de ministérios dos governos petistas. No comando da Secom de Dino há menos de um ano, acabou por se isolar e indispor formadores de opinião com o governador maranhense.

O secretário escolheu por método assediar emissoras de rádio e televisão, negociar com empresários, censurar espaços críticos investir pesado em publicidade no Google, em detrimento das mídias digitais, dos blogs independentes e rádios comunitárias fundamentais para a vitória de Dino em 2014 e 2018.

A estratégia, porém, fracassou com a falta orçamento para manter em dia os contratos com veículos, principalmente o Sistema Mirante de Comunicação, dos irmãos Fernando, Zequinha e Roseana Sarney.

A 180 dias de deixar o governo, vendo os índices de rejeição superarem os de aprovação, Dino quer mudanças radicais na Secom, na expectativa de aproximar-se novamente dos aliados de outrora.

Entre os cotados para substituir Capelli, que deve deixar a secretaria até dezembro, estão o suplente de deputado estadual Luís Henrique Lula da Silva, que recentemente se destacou pela defesa do governo Dino na Assembleia Legislativa e tem em seu favor o perfil apaziguador e as estreitas relações com as rádios comunitárias do interior.

Os jornalistas Rafael Arrais e Marco Aurélio Oliveira, respectivamente subsecretário e adjunto de Marketing da pasta, também estão entre as alternativas do governador.

O primeiro pela proximidade direta que mantém com o chefe desde a campanha de 2014 e o segundo pela conduta pragmática de trabalho e pelo amplo conhecimento que detêm dos veículos de comunicação em todo o território maranhense.

Por MATV

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