VACINA

Após virar prefeito de Alcântara, Flávio Dino é acusado de atrasar entrega de vacinas a São Luís

Segundo denúncia do deputado Wellington, o Maranhão tem estoque de quase 400 mil doses

Com a saída de Edivaldo Holanda da Prefeitura de São Luís, onde Flávio Dino foi padrasto por 6 anos ao se apossar das obras da prefeitura, colocando Holandinha para escanteio, Dino passou a visitar outra cidade da Região Metropolitana. Desta vez quem foi para escanteio foi o prefeito de Alcântara, Padre William.

Com Eduardo Braide prefeito, Flávio Dino passou a visitar Alcântara todos os dias e agora se apossa da vacinação contra a Covid-19 para mostrar ao Brasil que ele foi quem vacinou o povo, pagando de herói, mas não passa de um papagaio de pirata, usando um feito adquirido pelo quilombolas alcantarenses.

Intrigante, para dizer o mínimo, a revelação do secretário de Saúde de São Luís, Joel Júnior, de que o Governo do Maranhão passou mais de 24h sem responder um pedido da Prefeitura para liberação de doses de vacinas contra a Covid-19 destinadas à capital. Mas se fosse Pazuelo, Dino já teria sentado no vaso sanitário do Palácio dos Leões e jogado cocô em todos os bolsonaristas.

Por conta disso, afirma o titular da Semus, a campanha de imunização na cidade precisou ser atrasada nesta quinta-feira (17), e nesta sexta-feira (18) (saiba mais).

E a informação é intrigante quando se comparam os dados do Ministério da Saúde e os da Secretaria de Estado da Saúde (SES) no que diz respeito à distribuição das vacinas.

O governo federal informa o envio de 3.437.900 doses ao Maranhão (veja acima).

Já o governo estadual diz que distribuiu aos municípios apenas 3.059.080 doses (veja abaixo). Ou seja: há aproximadamente 400 mil doses estocadas.

E mesmo assim o governo, segundo a Semus, consegue atrasar entregas na capital….

Por Gilberto Léda (com edição)

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