POLÍCIA

Caso João Bosco: crime completa um mês e Polícia Civil mantém silêncio total

Empresário João Bosco foi executado no último dia 19 de agosto por suposta ameaça à família do executor

Morte do empresário João Bosco, executado a tiros por Guibson Cutrim (já solto), no último dia 19 de agosto no bairro Ponta do Farol, em São Luís, completa um mês nesta segunda-feira (19), e até agora a Polícia Civil se mantém em silêncio, principalmente após um vídeo mostrar uma 4ª pessoa na cena do crime, que possivelmente seja o sobrinho do governador Carlos Brandão, Daniel Itapary Brandão. João Bosco é considerado o suposto cobrador de propina do vereador Beto Castro e que teria ameaçado o matador, segundo o acusado.

Após a morte de João Bosco, o vereador Beto Castro, que estava no momento da execução teria dado um depoimento na Polícia Civil, mas teria escondido alguns fatos importantes para a conclusão do inquérito e negado a suposta cobrança de propina de um pagamento da SEDUC. Com a prisão de Guibson Cutrim, matador confesso, novas vias foram aparecendo, o que começou a deixar a investigação morna. Com o depoimento da viúva, esposa de João Bosco, o caso ganhou novos rumos, já que apareceu uma 4ª personagem na cena do crime: um tal homem “Careca”.

Vereador Beto Castro confirma em depoimento que assassinato de empresário foi motivado por dívida | Suêlda SantosSuêlda Santos

Na tribuna da Câmara de São Luís, o vereador Beto Castro, tentou calar a imprensa com ataques, mas não surtiu muito efeito: na verdade, um consórcio de veículos de comunicação digital foi investigar e teria descoberto, que a quarta pessoa que estaria na mesa com Beto Castro, João Bosco e Guibson Cutrim seria o sobrinho do governador Carlos Brandão, Daniel Brandão. Mas o que Daniel fazia em reunião com esse povo? A Polícia Civil até agora não consegue explicar e se mantém em silêncio total.

Passados 30 dias da morte de João Bosco, a Polícia Civil deveria dar uma explicação a sociedade maranhense, afinal, cabe a ela, investigar e explicar o caso, para que este não seja igual ao do jornalista Décio Sá, morto em 2012 e que até agora, não teve uma conclusão. A Polícia Civil não pode perder sua credibilidade para agradar quem quer que seja. Queremos uma explicação urgente!

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