MARANHÃO

DENÚNCIA: assalto à mão armada no terminal da Ponta da Espera

Empresas que operam na travessia São Luís/Cujupe cobram alta porcentagem na venda antecipada de passagem

O reajuste das passagens de veículos para atravessar via ferryboat da Ponta da Espera para o porto de Cujupe em Alcântara caminha para completar 45 dias. Desde 01 de dezembro de 2022 quando a Agência de Mobilidade Urbana reajustou o valor da passagem e ainda criou uma taxa absurda na compra antecipada, os passageiros que fazem a travessia diariamente ou semanalmente a trabalho, vivem um dilema com a compra da passagem pagando valores absurdos, e ninguém se manifesta: nem o governador Carlos Brandão, que autorizou o reajuste e muito menos a MOB, que passou a ser especialista em mentir nas redes sociais.

Esta semana, um usuário do ferryboat, morador de Bequimão, no Litoral Ocidental Maranhense, enviou uma denúncia ao G7, único meio de comunicação que briga pelos passageiros da baixada e litoral, mostrando que foi literalmente assaltado por uma empresa que opera no serviço de ferryboat no Maranhão. Segundo o leitor do G7 e usuário do ferryboat, ao comprar uma passagem na bilheteria do terminal da Ponta da Espera, acabou pagando uma taxa a mais, o que os passageiros tem classificado como assalto. Nos sites a venda continua bloqueada pela MOB.

SILÊNCIO TOTAL

Desde o reajuste do valor das passagens e a cobrança abusiva da taxa de compra antecipada, os deputados Zé Inácio e Leonardo Sá, que representam a Baixada, nunca se manifestaram sobre o tema. Se acovardaram, ficaram em silêncio total para puxar saco do governador Carlos Brandão, já que a MOB é presidida por um petista. O deputado eleito Cláudio Cunha, também ficou em silêncio, mostrando que pouco se importa com os baixadeiros.

O único deputado a comprar a briga foi Yglésio Moysés, que se manifestou contra o reajuste e a taxa abusiva na tribuna da Assembleia e depois criou um projeto de lei, que foi aprovado, delimitando o valor dessa taxa cobrada de no máximo 10%, mas até agora Carlos Brandão não sancionou a lei, por pressão das empresas de ferryboat.

MOB MENTE SEMANALMENTE

Na semana passada, a MOB publicou em suas redes sociais que a venda de passagem pela internet estaria acontecendo. Mas os passageiros descobriram que tudo mais uma vez foi pura mentira do presidente da MOB, Gilberto, que acabou colocando a possível venda de passagem da Servi Porto no site www.mobcard.com.br e deixou a Internacional Marítima no site www.ibombordo.com.br, mas nenum está vendendo as passagens. Segundo as operadoras, a própria MOB suspendeu a venda, deixando apenas para os terminais de passageiros, causando filas de espera quilométricas.

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