BABADO DA SEMANA

Flávio Dino e Roberto Rocha trocam farpas nas redes sociais

Os dois que já foram amigos para enganar a população maranhense, agora estão se estranhando

O governador Flávio Dino (PSB) e o senador Roberto Rocha (sem partido) voltaram a trocar farpas nas redes sociais. Os dois participaram de um espetáculo em 2014 como amigos para enganar o povo maranhense, onde na trama apareciam abraçados, dizendo que seriam parceiros de lutas. O amor acabou!

Tudo começou quando o socialista divulgou link de notícia tratando sobre a elevação, por parte da Petrobras, do diesel nas refinarias em quase 9%.

Dino comentou o assunto com a seguinte afirmação: “E então vai aparecer algum bandido para inventar que “a culpa é do governador”.

Rocha repercutiu a postagem dizendo que: “ao invés de fugir da responsabilidade e atacar quem o critica, enquanto continua arrancando o couro dos maranhenses com uma alíquota de 30,5% de ICMS sobre a gasolina, Flávio Dino deveria seguir o exemplo do governo do Espírito Santo. O governador Renato Casagrande, do PSB como Dino, congelou o ICMS dos combustíveis e do gás de cozinha pelos próximos meses. Desafio o governo do Maranhão a fazer o mesmo”.

Flávio Dino, então, retornou o ambiente virtual para rebater o seu adversário: “Eu avisei. Já apareceram os bandidos. Dois ou três. E o que dizem da política federal da “paridade internacional” para combustíveis ?? Nada. Não querem resolver o problema do povo. Só fazer demagogia e aparecer”, disse.

“Sobre o ICMS, reitero a posição que sustento há muito tempo: o ICMS DEVE ACABAR. Para isso, basta que o Congresso Nacional mude a Constituição FEDERAL. Mas que fique claro: não vai haver redução de preço de combustível sem mudar a política FEDERAL de “paridade internacional”, completou.

RR retrucou: “Reitero o que disse: Dino foge da responsabilidade e ataca quem critica seu (des)governo do Maranhão. Se sua preocupação fosse o povo maranhense, aceitaria meu desafio e congelaria o ICMS, assim como fez o governador do Espírito Santo, do seu partido. No entanto, como não é, apenas terceiriza a culpa e lava suas mãos. Vindo de quem vem, não me surpreende. Deveria chamar-se Fake Dino”.

Por Clodoaldo Corrêa

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