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Mesmo Flávio Dino fazendo festa, Maranhão está entre os estados que não alcançou 50% de imunização

Flávio Dino chegou a fazer arraial da vacinação, sortear dinheiro, mas mesmo assim Maranhão continua no rabo da fila na vacinação contra a Covid-19

De nada adiantou Flávio Dino querer ser prefeito para tirar proveito da vacinação contra a Covid-19 no Maranhão. Mesmo fazendo um tal arraial da vacinação, e querer ser prefeito em muitos municípios maranhenses para tirar proveito eleitoral da vacinação, o número de vacinados não aumentou tanto no Estado. Até sortear dinheiro para quem vacinasse, Dino fez.

Foram erros em cima de erros cometidos por Dino, que tentou ser prefeito até de Alcântara, simplesmente para angariar capital eleitoral em cima da vacinação. Definitivamente os números comprovam que a decisão do governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), em desobrigar o uso de máscaras foi totalmente equivocada.

Neste fim de semana, a Revista Veja trouxe uma reportagem detalhamento os números da vacinação em todo o Brasil e, infelizmente, o Maranhão é um dos quatro estados que não conseguiu sequer alcançar a marca de 50% da população imunizada.

De acordo com o levantamento, baseado em dados oficiais, o Maranhão alcançou apenas e tão somente 47.2%, ficando a frente de apenas três estados – Amapá (38,1%), Acre (47%) e Pará (47,1%).

E esses números não são piores principalmente pelo avanço da imunização na capital maranhense, sob o comando da gestão de Eduardo Braide na Prefeitura de São Luís, tanto que rendeu o título de capital brasileira da vacinação.

No entanto, e mais espantoso, é que mesmo com esse baixo índice de vacinação, Flávio Dino liberou a não utilização das máscaras contra a Covid em locais abertos no Maranhão. Agora, imaginemos que essa decisão, de desobrigar o uso da máscara tivesse partido do presidente da República, Jair Bolsonaro, com o Brasil não tendo imunizado 50% da sua população, o que diria o governador maranhense???

Resta saber se Flávio Dino terá a grandeza e, principalmente, a humildade de reconhecer o erro, mesmo que culpe a variante ômicron, para voltar atrás da precipitada decisão.

Por Jorge Aragão

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