BABADO DA SEMANA

Negligência na Maternidade Marly Sarney em São Luís-MA

Uma paciente denuncia a falta de assistência médica que está sofrendo na clínica

Uma mulher identidade como Joyce Kelly Batista da Silva, denuncia a falta de assistência que vem sofrendo na Maternidade Marly Sarney, localizada no bairro Cohab, em São Luís. De acordo com a denúncia feita ao Portal G7 por meio de mensagem, a Maternidade vem negligenciando o atendimento há alguns dias. Joyce, que é moradora do bairro Vila Conceição/João de Deus, está grávida de 8 meses e precisou ser internada às pressas na unidade de saúde, no último dia 13 de janeiro, após sentir um mal-estar (formigamento nas pernas).

“O meu problema começou no dia 04 de janeiro, quando senti uma fraqueza e formigamento nas pernas ainda em minha casa. Neste dia eu tinha uma ultrassonografia marcada e fiz normalmente. Já no dia 06, voltei a sentir o mesmo formigamento nas pernas, a ponto de cair. Desde então não tive mais condições de me locomover sozinha pela casa. Com ajuda de meu marido, Udinael Alves de Sousa Junior, fui até Maternidade Benedito Leite, mas por falta de um médico neurologista, apenas fui medicada com dipirona” conta a paciente.

Ainda segundo a gestante, a falta de médico para o atendimento tem lhe causado grande preocupação. Após da entrada na Maternidade Marly Sarney, começou uma longa batalha para conseguir uma consulta com o médico neurologista.

“Sem melhoras, no dia 13 eu resolvi me internar na Maternidade Marly Sarney. Após a internação, passaram vários dias até que fui atendida pelo neurologista, no Hospital Carlos Macieira. Após a consulta que aconteceu na última quarta (18), o laudo médico só chegou na manhã de hoje (21), mas a informação é que tenho que esperar novamente alguns dias para ser atendida pelo neurologista. Enquanto isso, meu problema só se agrava. Antes não sentia as pernas, porém agora já não sinto mais meu corpo. Dos meus seios para baixo, não tenho mais nenhuma sensibilidade”, escreveu ela por meio de mensagem no aplicativo WhatsApp ao Portal G7.

O Ministério Público do Maranhão precisa agir urgentemente, afinal são vidas em jogo, já que a paciente está gravida de 8 meses.

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