BABADO DA SEMANA

Plataforma de cursos encerra contrato com canal Bolsonarista

O canal Terça Livre do bolsonarista Alan Santos está derretendo aos poucos após Bolsonaro abandonar o blogueiro

A plataforma de cursos Eduzz não abriga mais cursos do canal bolsonarista Terça Livre. Há dias os conteúdos já estavam fora do ar, porém, nesta terça-feira (2) o movimento Sleeping Giants Brasil informou ao Congresso em Foco que a empresa cancelou os contratos com o canal.

O Sleeping Giants Brasil se considera um “movimento de consumidores contra o financiamento do discurso de ódio e das Fake News” e há cerca de um mês questiona empresas vinculadas a esses tipos de conteúdo. Após pressões iniciadas pelo grupo, empresas de financiamento coletivo e de pagamentos online, por exemplo, encerraram os vínculos com o Terça Livre.

O movimento argumenta que o canal viola os termos de uso da Eduzz ao promover conteúdos com informações falsas ou imprecisa, de cunho discriminatório, que façam alusão a armas de fogo ou ainda que violem a intimidade ou a honra de terceiros.

O fundador do site, Allan dos Santos, é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito das Fake News, e está proibido de usar sua conta em redes sociais desde meados do ano passado. O influenciador segue, porém no Twitter, se valendo de outra conta.

No mês passado, em um raro esclarecimento prestado pela plataforma quando questionada sobre os pedidos de exclusão dos conteúdos, a empresa disse abominar “toda e qualquer prática de ‘Fake News”.

“Temos uma política interna baseada na neutralidade de tratamento com nossos clientes, independente de quem seja. No atual momento, seguimos buscando por indísios [sic] que revelem a ação denunciada, garantindo assim que o mesmo não volte a ser comercializado pela Eduzz. Agradecemos a denúncia e contamos com a sua colaboração na busca de conteúdos que entrem em desacordo com as nossas normas de comercialização, caso encontre algum fragmento, não hesite em nos contactar através dos nossos canais de comunicação”, disse a empresa há cerca de duas semanas.

O Congresso em Foco entrou em contato com a Eduzz nesta terça, mas não recebeu qualquer resposta até o momento. Leia mais clicando AQUI…

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