BABADO DA SEMANA

Secretário de Comunicação de Flávio Dino persegue jornalistas e tira Programa Ponto & Vírgula do AR da Rádio Difusora FM

O secretário de Flávio Dino, Ricardo Capelli tem perseguido jornalistas críticos e políticos opositores ao governo comunista

Parece que o Maranhão voltou aos tempos de Vitorino Freire, onde jornalistas críticos ao governo e políticos opositores eram perseguidos diuturnamente. Só que em pleno Século XXI, o Palácio dos Leões tem patrocinado perseguições a jornalistas, radialistas e políticos opositores ao governo Flávio Dino. Segundo fonte fidedigna do Portal G7, ligada ao governo, o soldado que atua no massacre e perseguições de profissionais em rádios, TV e jornais, tem nome e sobre nome. Trata-se do secretário de Comunicação de Flávio Dino, Ricardo Capelli, que assumiu a pasta com um único objetivo, perseguir quem não lê na cartilha comunista no Maranhão.

Após conseguir tirar do ar o programa “Questão de Ordem”, apresentado pelo radialista Marcelo Minard na rádio Nova FM, Ricardo Capelli conseguiu outra proesa macabra, tirar o programa Ponto & Vírgula do ar da rádio Difusora FM de São Luís, que era retransmitido por dezenas de emissoras em todo Maranhão. O programa estava em sua VI temporada e era o jornalístico de maior audiência da emissora. Por ser um programa opinativo, incomodou Capelli e ao colocar muita pressão nos dirigentes da emissora oferecendo verba publicitária, o programa teve que sair do ar.

Mas, segundo fontes ligadas ao Palácio dos Leões, as perseguições de Ricardo Capelli não param por aqui. Deputados como Wellington do Curso, Cesar Pires e Adriano Sarney estão proibidos de falarem em emissoras ou veículos de comunicação onde Ricardo Capelli derrama dinheiro público através de publicidade. A ordem é clara e os radiodifusores (empresários) estão em silêncio diante do secretário comunista. Adriano Sarney por exemplo é filho de Sarney Filho e sobrinho de Fernando Sarney, dono do Sistema Mirante de Comunicação, mas segundo fonte do G7, Adriano está proibido de falar nos microfones da Mirante e emissoras patrocinadas por Capelli.

Há menos de 10 anos o Maranhão já havia tido outro Secretário de Comunicação que perseguia jornalistas e radialistas, principalmente aqueles críticos à governadora da época, Roseana Sarney. Esse ditador e totalitário que vivia no Palácio dos Leões era o jornalista Sérgio Macedo, braço forte sarneysista, mas que usava seu poder de gestor da verba publicitária para pedir cabeças de jornalistas e radialistas. A única diferença entre Sérgio Macedo e Ricardo Capelli, é que o secretário sarneysista apenas ligava para donos de emissoras e de jornais pedindo a cabeça de profissionais ameaçando tirar a verba publicitária. Já o secretário comunista, vai até as emissoras, conversa com os donos e diretores e tenta intimidar os profissionais com sua presença.

O jornalista Ricardo Marques, um dos titulares do Programa Ponto & Vírgula, publicou em seu blogue nesta sexta-feira (28), um síntese analítica sobre Liberdade de Imprensa e em sua bela análise, citou José Serra como homem público que fugiu para o exterior por ser crítico, mas na primeira oportunidade como político, passou a perseguir profissionais da comunicação críticos ao governo FHC. Ricardo Marques foi cirúrgico e categórico ao lembrar histórias de ditadores e perseguidores a jornalistas e radialistas no Brasil. VEJA ABAIXO A MENSAGEM.

A pergunta que não quer calar: quem é o mandatário que ordena Ricardo Capelli agir dessa forma como ditador e totalitário dentro das emissoras maranhenses? Seria Flávio Dino ou Carlos Brandão? É estranho que nem os programas independentes (arrendados) estão escapando do ódio dos Leões comunistas. Quem será a próxima vítima de Capelli?

O Portal G7, empresa de comunicação independente, se solidariza com os profissionais de comunicação perseguidos por Ricardo Capelli, principalmente aqueles que estão ameaçados de perder o emprego em plena pandemia do novo coronavírus, simplesmente por serem contrários ao governo comunista. Conte sempre com a gente!

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2 Comentários

  1. Nossa solidariedade e apoio a todo e qualquer jornalista perseguido por qualquer agente público por emitir sua opinião, no regime democrático é inadmissível e inaceitável que não sejam aceito o confronto de ideias e dissensões de pontos de vista, em tempos atrás em seminário sobre a comunicação de Estado, no Convento das Mercea, sugerimos ao governador Flávio Dino, na frente de seu então Secretário de Comunicação Social, atual Secretário das Cidades e deputado federal licenciado Márcio Jerry, a criação do Conselho de Comunicação Social, no modelo já existente no Estado da Bahia, proposta que foi elogiada de viva voz pelo jornalista da Conversa Franca, e pela maioria dos presentes, estamos vendo com preocupação crescer propagando estatal e personalizada nos meios de comunicação social e na mídia em geral, em meio ao ambiente de crise pandemica generalizado, em que a mitologia é o discurso em geral deveria ser de utilidade e interesse público. (JOSEMAR PINHEIRO, ex-professor do Curso de Comunicação Social (Jornalismo) da UFMA e de Direito, ex-promotor de Justiça concursado de Cândido Mendes, atualmente, advogado, jornalista ex-radialista, Delegado Representante do SINRAD-MA e associado do SINJORSLZ.

  2. A situação ao meu,ver, o programa jornalístico de opinião, deixou de contribuir um pouquinho mais com a democracia. Bastava abrir participações ou emitir opiniões do senador WR, que parece não ser permitido, ou se for o patrocinador do progama ai, ai ai!
    Uma via de duas faces.
    Será que seria também uma ordem no programa proibido falar de WR, sobre históricos passados?

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