EDUCAÇÃO

Sinproesemma denuncia Carlos Brandão por negar pagar progressões aos professores

Governador Carlos Brandão estaria descumprindo acordo judicial firmado ao final da greve de 31 dias realizada no mês de março

O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Educação Básica das redes estadual e municipais (Sinproesemma) divulgou um comunicado em que faz graves denúncias contra o governo Brandão por descumprir, segundo a categoria, um acordo judicial de concessão de titulação e progressão dos professores do Maranhão.

“Em reunião realizada nesta quarta-feira, 06 de dezembro, com o secretário de Estado da Administração do Maranhão, Guilberth Garçês, o governo deixou evidente o engodo quanto ao pagamento das progressões dos trabalhadores em educação do Maranhão, um direito líquido e certo dos educadores que segue sendo negado pelo governador Carlos Brandão, mesmo após acordo judicial firmado com intermédio do Ministério Público e homologado na Justiça”, informou o Sinproesemma

Segundo o sindicato dos professores, para tentar justificar mais essa negativa – de não pagar as  titulações e progressões -, o Governo Brandão “inventou uma nova metodologia para a concessão das progressões, prejudicando mais de seis mil professores que já tem direito a progressão conforme estabelece o Estatuto do Educador”.

Ainda no comunicado enviado à imprensa o Sinproesemma afirma, também, que o governador Carlos Brandão é “fora da Lei”.

“Há sete meses que o governador Carlos Brandão vem descumprindo o acordo judicial firmado ao final da greve de 31 dias realizada no mês de março. Segundo o acordo, o pagamento das progressões e titulação deveria ser feito no mês de junho, não foi! Em nova reunião com a direção do Sinproesemma, realizada no mês de outubro, o governo do Maranhão garantiu, através do governador em exercício e secretário de educação, Felipe Camarão, que as progressões seriam pagas no mês de novembro, inclusive com autorização do Governador Carlos Brandão. Novamente não foram! Das 6.237 progressões listadas pela SEDUC e encaminhadas à SEAD e ao Sinproesemma, somente 69 foram concedidas e quanto às titulações, muitos educadores que já deveriam ser contemplados, pois deram entrada há muito tempo, não foram publicados no Diário Oficial”, comunicou o Sinproesemma.

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