ELEIÇÕES

Vereador Francisco Chaguinhas manifesta apoio ao voto impresso

Essa é a principal pauta da Câmara Federal na sessão desta terça-feira (10)

O vereador Francisco Chaguinhas (Podemos), manifestou seu apoio ao voto auditável impresso, durante pronunciamento na Tribuna da Câmara Municipal de São Luís, em sessão realizada nesta segunda-feira (9). Após seu pronunciamento, os vereadores Marquinhos (DEM) e Karla Sarney (PSD) também manifestaram-se favoráveis ao voto auditável. Ambos os parlamentares elencaram a transparência como principal justificativa para o voto impresso.

Francisco Chaguinhas, vereador experiente, já em seu 4º mandato, lamentou a pouca repercussão do tema na capital e manifestou sua defesa. “Não podemos fechar os olhos para uma discussão que é pertinente, o voto auditável será mais uma camada de transparência que o eleitor terá”, declarou o parlamentar.

O vereador Marquinhos cumprimentou e concordou com as palavras do vereador Francisco Chaguinhas. “Quero parabenizar meu colega, vereador Chaguinhas, pelas palavras e deixar registrado aqui que sou totalmente a favor do voto auditável”, pontuou o Democrata.

Karla Sarney (PSD), que chegou a participar, em Brasília, de manifestação favorável à causa também expressou sua opinião. “Venho defendendo a pauta, sou a favor, por causa da transparência e do momento que estamos vivendo. Sou de um partido que possui posição contrária, mas que nos deixa bastante a vontade para nos manifestar”, explicou Karla.

PEC 135/2019

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 135/2019) visa acrescentar o § 12 ao art. 14, da Constituição Federal, dispondo que, na votação e apuração de eleições, plebiscitos e referendos, seja obrigatória a expedição de cédulas físicas, conferíveis pelo eleitor, a serem depositadas em urnas indevassáveis, para fins de auditoria. A deputada Bia Kicis (PSL) é a autora da proposta, que teve como relator o deputado Filipe Barros (PSL), ambos integram a base governista.

A PEC repercutiu novamente no cenário nacional, após ter sido rejeitada em comissão especial, criada para debater o tema pela Câmara dos Deputados, na semana passada.

Mesmo com a rejeição na comissão o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), decidiu encaminhar a proposta para apreciação dos 513 deputados nesta terça-feira (10).

Por Suellen Soares

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