LEGISLATIVO

Vereador Manoel Filho exagera nas inverdades ao puxar o saco de Bolsonaro na tribuna da Câmara

Parlamentar do Avante, subiu à tribuna e citou números inverídicos ao comparar Lula com Bolsonaro

Na sessão ordinária desta quarta-feira (19), o vereador Manoel Filho (Avante), suplente de Beto Castro, subiu à Tribuna para se posicionar sobre as Eleições 2022. O parlamentar que é advogado, mostrou desconhecimento da verdadeira realidade enfrentada pelos mais pobres e citou números inverídicos ao puxar o saco do presidente Jair Bolsonaro com o intuito de criticar Lula.

“Por conta disso, meu pronunciamento hoje é para relembrar a história de corrupção do PT, com o escândalo do Petrolão, cobrança de propina, superfaturamento de obras. Um rombo de R$ 42 bilhões para o nosso país. Quem já tem seu voto, não vai mudar, mas os eleitores indecisos, especialmente os jovens, precisam conhecer a história”, declarou o aliado do vereador Beto Castro.

É bom lembrar, que Manoel Filho está sentado na cadeira de parlamentar, após o titular Beto Castro, ser acusado de envolvimento em cobrança de uma possível propina na Seduc, o que teria resultado no assassinato de um assessor de Beto, conhecido por João Bosto.

O vereador encerrou seu discurso citando dados comparativos inverídicos dos dois governos, como índices de homicídio e inflação, e pontuando que, em sua opinião, a gestão de Jair Bolsonaro foi superior, mostrando ser um parlamentar incapacitado para representar o povo de São Luís ao esquecer da população mais humilde com o intuito de puxar literalmente o saco de Bolsonaro.

POETA REBATEU COM CATEGORIA

O vereador Marcelo Poeta, rebateu o parlamentar do Avante, destruindo sua falácia, mostrando a verdadeira realidade do Brasil, que está bem pior daquela fantasiosa mostrada por Manoel Filho. “Quais são as fontes vereador? O IBGE não funcionava há mais de 2 anos e só está funcionando graças a uma ordem judicial. O Brasil era para esta em deflação, porque o óleo diesel que custava R$2,50, agora custa R$8,00. Já diminuiu porque custava R$10. O feijão custa R$8,00 e já diminuiu porque custava R$10. Se a política de Paulo Guedes prevalecer, o Brasil será vendido para o comércio exterior. Eles estão vendendo tudo”, disparou Marcelo Poeta.

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