MARANHÃO

A não redução de ICMS, pode corroer ainda mais Carlos Brandão

Governador já deixou claro que não irá reduzir ICMS de combustíveis no Maranhão

O maranhense que mora na zona rural já paga atualmente R$10 reais em um litro de combustível há meses com os inúmeros reajustes que vem sendo dados pela Petrobrás. Se o governador Carlos Brandão (PSB), acordar para Jesus e reduzir o ICMS, a situação iria melhorar para quem, por exemplo, tem uma motinha no interior como único meio de transporte. Mas pela fala do governador, é pouco provável que haja redução do imposto no Maranhão.

Durante entrevista a TV Mirante, na noite desta quinta-feira (30), quando tratou do seu retorno ao Estado, que aconteceu nesta sexta-feira (01/07), também foi questionado acerca da redução do ICMS no Maranhão como forma de conter a inflação e diminuir os preços dos produtos considerados essenciais na mesa dos maranhenses.

O tucanosocialista deixou claro que não pretende desistir de uma ação, protocolada por sua gestão no Supremo Tribunal Federal (STF), que objetiva tornar sem efeito, a lei federal que limitou a cobrança do Imposto sobre combustíveis, energia, comunicações e transporte coletivo. Brandão não está preocupado com a população, ele quer é mais dinheiro.

Desde o governo de Flávio Dino, o Estado do Maranhão cobra, atualmente, 28,5% de alíquota de ICMS da gasolina, uma das cargas tributárias mais pesadas do Brasil e mais 2% para o fundo, que literalmente coloca o maranhense no fundo do poço.

“Se você retira esse dinheiro do caixa dos estados, principalmente os estados do Nordeste não vão se sustentar. Não dá para ser feito de uma forma radical”, disse Brandão.

São Paulo, por exemplo, reduziu de 25% para 18% a cobrança do ICMS. Minas Gerais também reduziu as alíquotas de todos os produtos para 18%.

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É fácil e simples resolver o problema Carlos Brandão. Basta cortar gastos exorbitantes com produtos e serviços supérfluos, como decoração de eventos da Secretaria de Saúde, reduzir os milhões da Secretaria de Comunicação, acabar com a farra de cestas básicas e de peixes para serem distribuídos em ano eleitoral, reduzir contratos com empresas suspeitas de fachadas, que faturam milhões em seu governo, além de diminuir os cargos que são criados para alocar aliados no governo. Assim, a redução do ICMS não atrapalharia seu trabalho, já que existe…

Com informações do Blogue do Gláucio Ericeira

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