LEGISLATIVO

Articulado, Paulo Victor forma maioria e deve ser eleito por unanimidade presidente da Câmara de São Luís

Mais uma vez Braide ficará sem apoio da Câmara de Vereadores de São Luís. Paulo Victor precisa ser estudado

O vereador Paulo Victor (PSB), atual presidente da Câmara Municipal de São Luís, só deixou finalizar as apurações das urnas e 48h depois mostrou articulação política e já formou maioria para ser reeleito presidente do legislativo, desta vez referente ao biênio 2025/26, cuja eleição acontece em janeiro de 2025.

Nesta segunda-feira (7) e terça-feira (8), o socialista obteve as adesões de 19 parlamentares de vários partidos, inclusive da base dos Governos Estadual e Municipal. Em pouco mais de 48h. Com o próprio voto de Victor, este quantitativo sobe, neste momento, para 20, dos 31 disponíveis.

A lista é formada por: Dr. Joel, Clara Gomes, Daniel Oliveira e Marcos Castro, do PSD, partido do prefeito Eduardo Braide; Raimundo Penha do PDT; Thyago Freitas e Rommeo Amin Coletivo Unidos, do PRD; Astro de Ogum, Coletivo Nós e Andrey Monteiro, da Federação PT/PC do B/PV; Concita Pinto, Octávio Soeiro, Nato Júnior, Marlon Botão e Marcelo Poeta, do PSB; Edson Gaguinho e André Campos, do PP; Beto Castro, do Avante; Rosana da Saúde, do Republicanos.

Em suas redes sociais, ao tratar sobre o asunto, Paulo Victor agradeceu o apoio e confiança dos vereadores que, “junto comigo, irão administrar e governar a Câmara com dedicação e seriedade, para o interesse coletivo”.

Ele dispensou, ainda, gratidão ao governador Carlos Brandão (PSB) e ao seu irmão, Marcus Brandão, atual diretor de Relações Institucionais da Assembleia Legislativa e presidente estadual do MDB.

Victor também citou Audreia Noleto, esposa de Marcus. Em postagem anterior, já havia citado que pretende construir um ambiente de paz e de pacificação.

O Palácio dos Leões, de fato, entrou no circuito e inibiu movimentos de outros parlamentares que tinham o desejo de concorrer à presidência da Câmara Municipal de São Luís.

Já Eduardo Braide, ao que tudo indica, liberou os integrantes da sua base, formada por sete parlamentares e três partidos, para definir suas posições em relação ao pleito interno.

Por Gláucio Ericeira

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