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Brandão com B de Bolsonaro: um governador preguiçoso e incompetente

Eleito com a missão de melhorar a vida dos maranhenses, Carlos Brandão faz o contrário em sua gestão

Eleito em 2022 com a missão de tirar o Maranhão do fundo do poço, o governador Carlos Brandão, já mostrou na prática que o povo não é o principal foco de sua gestão. Logo após a eleição de 2022, como presente de natal Brandão com B de Bolsonaro, mostrou que empresários, familiares e amigos são os principais beneficiados em seu governo. O povo fica pra depois, como mostra a falta de remédios nos hospitais.

Em dezembro de 2022, após ser bem votado no Litoral e Baixada Maranhense, Brandão assinou o reajuste de passagem de ferryboat, aumentando em quase 40% o valor do bilhete para veículos. Na mesma canetada, tentou enganar os baixadeiros reduzindo de R$12 para R$10 o valor do bilhete para passageiro andar no calor, mas por trás da redução, Carlos Brandão teria autorizado as empresas de ferryboat a cobrarem R$20 reais para o passageiro que quiser viajar no ar condicionado.

Com obras paradas por todo estado por falta de dinheiro e devendo as construtoras, Brandão aproveitou que manda e desmanada em 41 deputados estaduais e aprovou reajuste do ICMS, que entrará em vigor a partir de 01 de janeiro de 2024.

Mas as artimanhas de Brandão não param por aqui. O Governador do Maranhão mesmo falando da falta de dinheiro, ao invés de cortar gastos, Brandão simplesmente cria mais 3 secretarias para abrigar aliados desempregados.

Com toda essa arrumação e se mostrando o gestor preguiçoso e incompetente, Brandão com B de Bolsonaro, finalizará seu primeiro ano de gestão à frente do Palácio dos Leões criando uma dívida de R$ 800 milhões e puxando o Maranhão para o abismo ainda maior. A dívida é recorrente do empréstimo feito junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Segundo documentos obtidos pelo site Folha do Maranhão, o empréstimo de R$ 350 milhões, oriundo do Programa Investe Maranhão, no âmbito da linha de financiamento FINEM do BNDES, irá gerar juros de R$ 457.305.488,08 (quatrocentos e cinquenta e sete milhões, trezentos e cinco mil, quatrocentos e oitenta e oito reais e oito centavos), deixando a dívida total no valor de R$ 807.305.488,86 (oitocentos e sete milhões, trezentos e cinco mil quatrocentos e oitenta e oito reais e oitenta e seis centavos), a serem pagos em 25 anos, ou seja, até o ano de 2048.

De acordo com o cronograma financeiro, o valor de R$ 350 milhões será liberado em quatro parcelas de R$ 87,5 milhões, entre os anos de 2024 e 2027. Por outro lado, o Maranhão terá que desembolsar valores anuais de R$ 800 mil a R$ 63 milhões.

A proposta, ainda em atualização, foi sinalizada no último dia 11 de dezembro. O governo deverá anexar o parecer técnico e jurídico, além da Certidão de Regularidade Fiscal do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), e também da autorização legislativa, já conseguida com a Assembleia Legislativa através da aprovação do projeto de lei pelos deputados.

Para conseguir viabilizar o recurso, o Maranhão ofereceu como garantia o “pró solvendo,” as quotas-partes do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) e IPI-Exportação. A garantia é apresentada como forma de assegurar o pagamento do principal, juros, tarifas bancárias e outros encargos da operação de crédito.

E mesmo com tanta dívida, Carlos Brandão ainda sim criou novas secretarias ao invés de cortar gastos. Só falta o Governador do Maranhão começar a fazer motociatas, já que suas atitudes parecem muito com as de Bolsolaro: viagens passeios, festas e muita conversa fiada.

Fonte: Folha do Maranhão

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