MARANHÃO

Câmara de São Luís já “torrou” R$ 150 mil com aluguel de prédio sem uso

No local, deveriam funcionar Restaurante Popular, Creche e o Departamento Médico, continua fechado

A Câmara Municipal de São Luís gastou, de abril a setembro deste ano, o valor de R$ 150 mil reais com o aluguel de um prédio que não chegou a ser usado pelos servidores da Casa, conforme um dossiê enviado ao Portal G7, obtendo algumas das principais irregularidades da gestão Paulo Victor (PSDB).

As denúncias apontam que o local, onde antes funcionava a agência do Banco do Brasil do Reviver, no Centro Histórico da capital maranhense, deveria funcionar um Restaurante Popular, uma Creche e o Departamento Médico, mas segue vazio por quase dez meses. (Clique AQUI para baixar o contrato de locação e AQUI para fazer download da nota de empenho da despesa). Veja abaixo Contrato e Nota de Empenho.

O ‘investimento’ que vem causando prejuízo aos cofres públicos, chegou a ser anunciado por Paulo Victor em fevereiro deste ano, mas segue sem nenhuma utilidade e, assim como a pré-candidatura a prefeito do tucano, o novo espaço que serviria como anexo do Legislativo Ludovicense, também “não deu certo”, pelo menos até agora.

Segundo a reportagem do G7 apurou, o valor do contrato de locação foi firmado em fevereiro deste ano, um mês após Paulo Victor assumir como Presidente da Câmara, por dispensa de licitação, com a empresa Ducanges Indústria e Comércio Ltda (Armazém Maranhense), de propriedade de Manoel Abenantes Ducanges, Lázaro Bezerra Ducanges Filho e Lázaro Bezerra Ducanges ao custo mensal de R$ 30 mil. O prédio foi alugado por um prazo de 01 ano, o que vai totalizar R$ 360 mil em doze meses. Veja abaixo os pagamentos já realizados.

 

A reportagem procurou o posicionamento da Câmara Municipal, através do setor de comunicação social e aguarda resposta, já que até o fechamento desta matéria, quase 6h após o envio da solicitação de informações, ninguém se manifestou sobre nosso envio. O espaço segue aberto para eventuais esclarecimentos desta pauta e de outras denúncias que serão veiculadas daqui pra frente.

Ao invés de trabalhar 24 horas por dia para derrubar Yuri Arruda da Secretaria de Estado da Cultura (Secma), o chefe do parlamento ludovicense deveria começar a se preocupar com sua gestão que pode ser alvo mais uma vez do Ministério Público do Maranhão e em breve da Polícia Federal por supostos crimes de apropriação indébita, mas iremos detalhar esse caso em nova pauta durante a semana.

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