ELEIÇÕES

Edilázio Jr diz que PSD pode não ter candidato ao Senado, mas não apoiará Flávio Dino

O presidente do PSD no Maranhão é o maior opositor de Flávio Dino desde a Assembleia

O deputado federal e presidente estadual do PSD, Edilázio Júnior concedeu uma entrevista ao Programa Ponto Continuando e falou sobre a filiação do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, eleições 2022 e o trabalho na Câmara Federal.

Na entrevista, o deputado federal afirmou que as conversas com Edivaldo iniciaram há um tempo, quando convidou o mesmo para se filiar ao partido para ser deputado federal ou senador. Ele disse que o ex-prefeito ainda cogitou se filiar ao PTB, mas que avaliou e resolveu se filiar ao PSD.

Sobre a candidatura ao Senado da legenda, Edilázio explicou que abrirá o diálogo com lideranças sobre o assunto.
“Podemos ter ou não ter. A gente vai abrir diálogo com diversos partidos sobre a pré-canditura a Governador de Edivaldo. Vamos começar a trabalhar agora”, disse. Ele disse que já tem alguns nomes em mente para a candidatura ao senado, mas ainda conversará com eles e com o próprio Edivaldo.

“O sentimento é que seja aprovado o distritrão”, falou sobre a tendência do processo eleitoral na Câmara Federal. Ele acredita que o distritão pode passar na Câmara, mas não no Senado e, dificilmente, possa valer na próxima eleição de 2022.

Questionado sobre os pré-candidatos a deputado federal, ele disse que está conversando com lideranças, ex-prefeitos, vereadores e suplentes de deputados e que a meta do partido é eleger, no mínimo, dois federais e, até mesmo, chegar a três federais.

Sobre os pré-candidatos a deputado estadual, o presidente da legenda disse que a meta é eleger, pelo menos, quatro vagas na Assembleia Legislativa.

“O sistema que utilizamos é extremamente eficiente”, defendeu o atual sistema de votação e ressaltou ser contra o voto impresso e que ao longo dos anos o sistema é seguro e sempre garantiu a alternância de poder.

Pouco depois da entrevista, Edilázio foi um dos deputados que votou contra o voto impresso na comissão.

Por Clodoaldo Corrêa

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