POLÍCIA

Empresa investigada pelo Gaeco, assinou contrato de R$ 11,9 milhões com prefeita de Paço do Lumiar

A informação foi publicada na manhã desta quinta-feira (17) pelo jornalista Neto Ferreira

Parece que a prefeita de paço do Lumiar-MA, Paula Azevedo (PCdoB) não anda bem da cabeça nos últimos dias. Psicologicamente abalada, a gestora sofre pressão de aliados, vereadores das duas alas e opositores, além de ter que agregar comunistas dentro de seu governo a pedido do presidente do PCdoB, Márcio Jerry.

Para piorar ainda mais, como bem noticiou o jornalista Neto Ferreira, em seu Blogue, a empresa Sellix Ambiental, alvo da Operação Impacto, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), teria assinado contrato milio9nário com a Prefeitura de Paço do Lumiar, município localizado na Região Metropolitana da Grande Ilha.

Segundo a reportagem do Blog do Neto Ferreira apurou, a empresa foi contratada pelo Executivo Luminense, chefiado por Paula da Pindoba, entre março de 2019 e maio de 2020 via as Secretarias Municipais de Saúde e Administração.

Um dos contrato chama atenção, pois foi celebrado pelo valor de R$ 10.196.090,00 (dez milhões, cento e nove mil e noventa reais) visando serviços de limpeza urbana. Não há informações se o contrato foi aditivado. Os outros dois contratos, cujo objeto era a sanitização de áreas públicas em Paço do Lumiar, somam R$ 1.768.398,08 (um milhão, setecentos e sessenta e oito mil, trezentos e noventa e oito reais e oito centavos).

A Sellix fica sediada na cidade do Rio de Janeiro e está no centro de uma investigação que apura fraudes em contrato de R$ 58.183.579,48 (cinquenta e oito milhões, cento e oitenta e três mil, quinhentos e setenta e nove reais e quarenta e oito centavos) com a Prefeitura de Imperatriz-MA.

O esquema estaria envolvendo o secretário e subsecretário da Sinfra de Imperatriz, o superintendente de Limpeza Pública Urbana do município e um fiscal do contrato, que foram afastados por tempo indeterminado dos cargos públicos.

As investigações apontam uma possível organização criminosa com atuação no âmbito da Sinfra e Superintendência de Limpeza Pública Urbana de Imperatriz, integrada por agentes públicos e por particulares, dividida em núcleos administrativo e empresarial, estruturada para possíveis desvios de verbas públicas do erário municipal.

Fonte: Blogue do Neto Ferreira
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