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Governo Carlos Brandão aditiva contrato de R$ 8,5 milhões com empresa da esposa do jornalista Ricardo Noblat

A empresa Rede Diálogo SS LTDA tem a missão de plantar matérias positivas do Governo do Maranhão na imprensa nacional

O Governo do Maranhão aditivou em R$ 8.536.753,72 (oito milhões, quinhentos e trinta e seis mil, setecentos e cinquenta e três reais e setenta e dois centavos), por um período de um ano, um contrato de prestação de serviço com a empresa Rede Diálogo SS LTDA, pertencente a Rebeca Scatrut (foto), esposa do jornalista Ricardo Noblat.

O extrato foi divulgado no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (30/06) (veja AQUI) e tem como signatários, além da própria Scatrut, Marco Aurélio Pereira de Oliveira, secretário adjunto de Marketing e Mídias Sociais; e Antônia Maria do Carmo Rangel, secretária adjunta de Administração, Orçamento e Finanças da Secretaria de Estado da Comunicação.

O referido contrato foi aditivado em 25%, antes mesmo que ocorresse o seu vencimento. No ano de 2021 até a presente data, a Rede Diálogo já faturou do Governo maranhense a bagatela de R$ 7.196.485,56 (sete milhões, cento e noventa e seis mil, quatrocentos e oitenta e cinco reais e cinquenta e seis centavos) .

A empresa presta serviço na área de assessoria de imprensa à nível nacional para o Palácio dos Leões desde a gestão de Flávio Dino (PSB), atual pré-candidato ao Senado.

Noblat, atualmente, possui um blog hospedado no site Metrópoles. Suas publicações nas redes sociais, como se pode constatar, são sempre extremamente favoráveis ao comunosocialista e aliados, como o governador Carlos Brandão (PSB), pré-candidato a reeleição. Veja a puxação de saco de Noblat.

De acordo com o site O Republicano, a Procuradoria da República do Distrito Federal, acusa Rebeca Scratut e outras pessoas de desviarem, entre os anos de 1998 a 2002, R$ 33 milhões dos cofres do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

A investigação do Ministério Público apontou que, embora Rebeca e Alba Chacon, sua sócia, fossem proprietárias de uma empresa de comunicação que fazia assessoria de imprensa para o Incra, os acusados desviaram a cifra milionária para outros fins.

Por Gláucio Ericeira

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