POLÍCIA

O que o sobrinho de Carlos Brandão estaria fazendo no local onde Guibson matou o empresário João Bosco?

A resposta só poderá ser dada pela Polícia Civil após ouvir o vereador Beto Castro, o próprio Daniel Brandão ou o autor do crime, Guibson Cutrim

A morte do empresário João Bosco trouxe muitas dúvidas aos maranhenses, principalmente em se tratando da possível presença do secretário de Estado, Daniel Itapary Brandão, sobrinho do governador Carlos Brandão. A confusão que acabou gerando a morte de um possível assessor do vereador Beto Castro, pode não ter um final conclusivo e isso denegrir a imagem da Polícia Civil.

As primeiras imagens foram divulgadas, mas sem a presença de uma quarta pessoa na cena do crime. De acordo com um vídeo publícado nesta quarta-feira (15), muita gente ficou surpresa com uma nova personagem, que possivelmente suspeita-se de Daniel Brandão, sobrinho do governador Carlos Brandão. A pergunta é: O que Daniel Brandão fazia no local e momento do homicídio? Daniel é amigo de qual dos envolvidos? Quando a Polícia Civil vai ouvir Daniel Brandão?

Uma informação de que o Secretário de Monitoramento de Ações Governamentais, Daniel Itapary Brandão, sobrinho do governador Carlos Brandão, esteve na cena do crime que culminou com a execução do empresário João Bosco. A confirmação foi obtida por meio de um consórcio de veículos de comunicação, que investigou e teria descoberto tudo.

O crime teria sido motivado por pagamento de propina da Secretaria de Estado da Educação. Pouco antes do assassinato de João Bosco, o sobrinho de Brandão esteve no Edifício Tech office conversando em uma mesa com ele, Beto Castro e Gibson Cutrim.

De acordo com as imagens das câmeras de segurança, o próprio Daniel Brandão puxou a cadeira para Gibson sentar. Logo depois, Daniel se afasta dos três, que permanecem conversando e após uma discussão, saem para em seguida, Gilson atirar contra João Bosco.

João Bosco foi assassinado no dia 19 de agosto por Gibson César Soares Cutrim em frente ao Edifício Tech Office, em São Luís. Gibson confessou a autoria do crime e relatou que estava sendo chantageado a pagar 50% do valor de um contrato firmado entre uma empresa de vigilância e a Seduc. Inicialmente, o valor acordado da propina para liberação do pagamento era de 30%.

O sobrinho do governador Carlos Brandão, Daniel Itapary Brandão, é visto como um dos mais influentes no Palácio dos Leões. É indicação dele justamente o secretário estadual de segurança, coronel Sílvio Leite e a cúpula que comanda a Polícia Civil.

Até o momento, a Polícia Civil não emitiu qualquer informação acerca do quarto elemento presente na cena do crime.

Igualmente ao Governo do Estado, que também não trata sobre a denúncia de tráfico de influência e pagamento de propina dentro da estrutura administrativa da pasta da Educação.

Veja o vídeo:

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