MARANHÃO

Teatro Político: Brandão fingindo preocupação com o caos no serviço de ferryboat deixado por Flávio Dino

Esse caos no serviço de ferry boat a travessia Ponta da Espera/Cujupe/Ponta da Espera tem 100% da contribuição de Flávio Dino

O caos deixado por Flávio Dino no serviço de ferry boat na travessia Ponta da Espera/Cujupe/Ponta da Espera, parece que não será resolvido tão cedo. O problema tem agravado todos os setores da economia na Baixada Maranhense. Passageiros sofrem para viajar. O serviço é péssimo e para completar, as embarcações da empresa Servi Porto, tomada por Flávio Dino, estariam sendo reformadas pela empresa Celtic Navegações, que teria ganho a licitação feita pela MOB, mas segundo denunciou o deputado Wellington do Curso, a empresa paraense não tem sequer uma canoa à vela. Atualmente apenas 01 ferry boat da Servi Porto estaria em funcionamento.

Nesta segunda-feira (9), o governador Carlos Brandão recebeu no Palácio dos Leões, representantes do Ministério Público e secretários de Estado para tratar sobre o serviço de ferryboat. Durante o encontro, teria sido definido um conjunto de ações focadas em garantir mais qualidade no serviço de travessia. Foram acertadas definições quanto ao aumento do número de embarcações, sobre a licitação do sistema e melhoramento da prestação do serviço.

O problema é que ninguém trata sobre a tal licitação assinada em dezembro de 2021 e que as empresas vencedores (Internacional Marítima e Celtic Navegações) deveria ter colocado as embarcações novas em funcionamento desde abril de 2022. Pelas denúncias feitas pelo empresário Lobão Filho, a Celtic estaria reformando as embarcações da Servi Porto para iniciar a operação. Seria fazer bermuda nova de calça velha.

“Foram tomadas decisões importantes, colocadas pelo governador, para serem executadas imediatamente. O foco é sempre a melhoria do sistema”, frisou o titular da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB), Celso Matos, que estava administrando as embarcações da empresa Servi Porto e fez foi piorar ainda mais o serviço, causando atrasos de até 2h diariamente, além de não fazer a manutenção das embarcações.

O presidente pontuou que há problemas, principalmente, por conta do número insuficiente de embarcações e no processo de licitação, que, segundo ele, não teve o resultado pretendido. O que Celso não explica é como foi assinado um contrato, se o resultado foi insatisfatório. O certo mesmo é que o serviço é precário e ninguém toma uma atitude para resolver o problema. O grande problema é que Brandão, assim como Flávio Dino, não andam de ferry boat.

“Queremos agora aumentar este número de embarcações. E, também, tomarmos as decisões que devem ser tomadas em relação às questões jurídicas quanto à licitação, que foi feita para melhorar o sistema, mas, infelizmente, não aconteceu e vamos tomar algumas decisões em relação a esse processo”, afirmou Celso Matos, que já mostrou que não conhece nada onde está.

O gestor da MOB também ressaltou a concessão do serviço, que considerou como “autorização precária que sempre existiu na travessia”, em referência à contratação feita com a empresa de Belém (PA). “Resolvendo essa questão jurídica, conseguiremos trazer mais embarcações, que é o foco principal”, informou.

O problema era que antes era ruim o serviço, mas na administração da MOB, ficou pior, sem organização, atrasos, desrespeito com os usuários. Na realidade, Brandão quer limpar o cocô que Flávio Dino fez ao tentar acabar com as empresas que operam no serviço.

Também acompanharam a reunião, o procurador geral do Estado, Rodrigo Maia; o secretário-chefe da Casa Civil, Sebastião Madeira; o secretário de Estado do Planejamento e Orçamento, Luis Fernando Silva; a promotora de Defesa do Consumidor, Lítia Cavalcanti. Todos esses já estão gagá de saberem do péssimo serviço prestado, mas nunca resolveram nada.

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