POLÍTICA

Yglésio diz que foi perseguido e chama Ricardo Cappelli de “vagabundo e canalha”

Deputado estadual reeleito sem usar verba do Fundo Partidário, acusou o chefe da Secom, de tirá-lo do horário político no Rádio e TV

Quem votou em Yglésio Moysés teve suas razões para apertar o 40.321 no último domingo (2).  O deputado estadual que não tem medo de ameaças e já enfrentou poderosos no Maranhão, não mediu palavras para criticar o secretário de Comunicação do governo Brandão e tesoureiro do PSB, Ricardo Cappelli, que segundo o parlamentar, teria tramado sua expulsão do partido, lhe retirou do programa eleitoral no rádio e televisão, além de lhe perseguir na tentativa de atrapalhar sua reeleição. A trama não deu certo, Yglésio foi reeleito pelos maranhenses sem comprar votos.

Durante a comemoração da vitória em seu comitê, no bairro Monte Castelo, em São Luís, Yglésio Moyses criticou fortemente o ainda secretário de Estado da Comunicação, o carioca Ricardo Cappelli, importado do Rio de Janeiro para o Maranhão pelo ex-governador Flávio Dino, eleito para o Senado.

“Silenciei para não prejudicar o governador Carlos Brandão. Mas Brandão já está eleito. Atrapalhou minha votação em São Luís. Flávio Dino que sabia, silenciou e por isso tem o meu repúdio”, disparou Yglésio.

Na noite de domingo, quando reuniu apoiadores para comemorar sua reeleição, o médico e presidente do Moto Club, desabafou e revelou que Cappelli lhe retirou o tempo na propaganda eleitoral gratuita e ainda tentou expulsá-lo da legenda. O deputado deixou apenas sair o resultado e soltou os cachorros no carioca rejeitado no Rio de Janeiro, que só fez mal aos maranhenses durante sua passagem.

Yglésio também criticou a omissão de Flávio Dino que, segundo o parlamentar, tinha conhecimento das movimentações para prejudica-lo. Verdadeiro, o deputado não tem rabo preso com ninguém e está pouco preocupado com quem é mau caráter.

Ricardo Cappelli, no novo governo de Carlos Brandão (PSB), que se inicia em janeiro, não deverá permanecer comandando a Secom, como já circula nos corredores do Palácio dos Leões. O carioca deve ser adotado por Flávio Dino em Brasília, no Senado Federal.

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