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Direção do Hospital Aquiles Lisboa silencia sobre denúncia de assédio moral contra 15 servidores

Chefia da unidade de saúde não ouve as vítimas e deve ser chamada pea SES para esclarecimentos

Ainda repercute negativamente o caso de um suposto assédio moral envolvendo o supervisor do Hospital Aquiles Lisboa, em São Luís. A direção do hospital, até o momento, não fez o que, em toda situação de assédio deve ser feito: ouvir as supostas 15 vítimas.

O caso de suposto assédio é gravíssimo e deve ser apurado com rigor pelo governo do Maranhão, que até o momento não se posicionou sobre o caso. Já faz uma semana que o assunto repercute na mídia local e deve continuar sendo destaque até os desdobramentos.

Esse caso deve ainda repercutir nos próximos dias, caso não haja um posicionamento e as vítimas não sejam ouvidas pela Secretaria Estadual de Saúde.

Segundo apuramos, fontes do governo do estado já pedem a saída da direção do hospital por não cumprir o mínimo, que seria escutar as vítimas afetadas pelo supervisor.

Caso ganha repercussão

Uma denúncia coletiva inédita promete expor uma situação alarmante no Hospital Aquiles Lisboa, no Maranhão. Quinze funcionários da unidade apresentaram à direção um documento formal acusando um supervisor de praticar assédio moral, uma ação que vem afetando profundamente o ambiente de trabalho e a saúde mental da equipe de enfermagem.

De acordo com os documentos obtidos, as acusações incluem abuso de poder, condutas inapropriadas e desrespeito sistemático, criando um ambiente tóxico que dificulta a rotina hospitalar e pressiona os profissionais ao limite. Relatos indicam que o comportamento do supervisor tem provocado insônia, ansiedade, crises de pânico e até mesmo uma redução significativa na autoestima dos funcionários.

Clamor por justiça

O caso vai além de desentendimentos cotidianos. Segundo os profissionais, o problema é exclusivamente causado pelo assédio moral do supervisor, que estaria recorrendo a práticas abusivas de forma constante. O impacto tem sido tão devastador que alguns funcionários já procuram atendimento psicológico e psiquiátrico. Outros avaliam a possibilidade de transferência para outras unidades, buscando escapar do ambiente insuportável.

Os denunciantes destacam que esta não é uma situação isolada, mas um reflexo de um problema estrutural. O documento entregue à direção exige uma investigação rigorosa por parte da Secretaria de Saúde do Estado e do Governo do Maranhão, para que sejam tomadas medidas imediatas contra o responsável e se evite a continuidade desse cenário de abuso.

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