BABADO DA SEMANA

Vereadores de Alcântara Menca Pinho e Robson Corvelo cobram ação urgente da Caema

A Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão maltrata consumidores alcantarenses há anos

Os vereadores de Alcântara, Menca Pinho e Robson Corvelo, ambos do Partido Progressista (PP), estiveram nesta quinta-feira (14), visitando o posto da Caema na cidade de Alcântara, para tratar de um sério e grave problema que vem se arrastando ao longo de anos no município.

Segundos os vereadores progressistas, que vão cobrar solução urgente da Caema, o abastecimento de água em Alcântara tem sido um problema que se arrasta há anos e a Companhia nunca resolve a situação. De acordo com uma publicação feita pela vereadora Menca Pinho, em suas redes sociais, ela e Robson conversaram com o encarregado do posto, senhor Jorge Castro, que gentilmente recebeu-lhes e prestou esclarecimentos sobre a demanda.

Segundo o encarregado Jorge Castro, a Caema possui um mapeamento de bairros e ruas que sofrem com a falta de água. Mediante essa situação está sendo executado o Sistema de Manobra (pontos estratégicos com interrupção e distribuição do abastecimento), só que o sistema não resolveu problema.
Segundo o encarregado, a Caema já fez aquisição de um equipamento que irá amenizar essa situação e estão planejando a instalação, a qual será informada à população em breve. Na oportunidade os vereadores progressistas sugeriram a reativação da caixa d’àgua dos bairros Cema e Mercês (há uma pretensão de reativar pelo menos a caixa do Cema).
Robson e Menca se colocaram à disposição da população para maiores esclarecimentos. “Esperamos que a Caema atenda a nossa população de forma satisfatória e nos colocamos à disposição”, descreveu a vereadora Menca Pinho em suas redes sociais.
Como única fonte de abastecimento de água na Cidade Histórica, a Caema precisa ser acionada urgente pelo Ministério Público do Consumidor, já que presta um péssimo serviço aos clientes. Alô Procon, clientes da Caema também são consumidores, pagam contas, e precisam serem respeitados iguais aos demais consumidores maranhenses.
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