MARANHÃO

Pesquisa mostra que Restaurante Popular não resolve e fome domina no Maranhão

Onde nasce um restaurante popular, hospeda-se a miséria, o desemprego e a humilhação

Há tempos o maranhense sabe que o melhor lugar para se viver no Maranhão fica no Palácio dos Leões. Reportagem do Jornal Hoje da TV Globo, desta quarta-feira (14), repercutiu a fome e insegurança alimentar que existem atualmente no Brasil e um dos destaques negativo foi o Maranhão, governado por Carlos Brandão.

De acordo com o levantamento da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (Penssan), mais de 63% dos lares maranhenses com crianças menores de 10 anos de idade enfrentam a insegurança alimentar, ou seja, quando não há comida suficiente e as pessoas chegam a passar fome.

O mesmo levantamento mostrou que, em todo o Brasil, o Maranhão é o sexto estado com a maior proporção de pessoas passando forme. A taxa de maranhenses que não têm acesso a alimentos em quantidade suficiente é de 29,9%. Mesmo com uma rede de restaurantes populares, o maranhense enfrenta a fome.

O estado com mais casos de insegurança alimentar grave é Alagoas (36,7%). Depois vem Piauí (34,3%), Amapá (32%), Pará (30%) e Sergipe (30%) e, em sexto, o Maranhão (29,9%).

O levantamento foi realizado entre novembro de 2021 e abril de 2022, a partir de entrevistas em 12.745 domicílios, em áreas urbanas e rurais de 577 municípios, distribuídos nos 26 estados e Distrito Federal.

Já está mais do que provado que a política de implementação de Restaurantes Populares colocada em prática pelo governo Flávio Dino/Carlos Brandão não passa de um engodo e está longe de acabar com o problema da fome no estado.

Na verdade, os únicos a lucrarem com cada restaurante popular inaugurado são os fornecedores. Enquanto um pobre paga R$1,00 real no prato de comida, o empresário fornecedor abocanha milhões. E mais uma vez o pobre enriquecendo ainda mais os ricos.

O caminho seria cadastrar as famílias em estado de vulnerabilidade social, cadastras os restaurantes e lanchonetes da cidade, criar um cartão corporativo e fazer com que a economia gire, crie mais oportunidades, evita fechamento de restaurantes, evita desemprego e ainda pode gerar novas oportunidades de trabalho.

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