POLÍCIA

Secretário de Administração de Cedral-MA agride funcionário da Prefeitura

Se na gestão Fernando Cuba as brigas acontecem internamente, significa que o problema é bem maior

Um episódio lamentável, ocorreu entre dois funcionários públicos municipal da cidade de Cedral, no Litoral Ocidental, distante 222 km da capital maranhense. Segundo pessoas próximas dos envolvidos, o secretário de Administração Evaldmilson Petronílio Silva (Sabino) teria ameaçado o funcionário identificado apenas como Celenilson Vieira (Coelhinho), e depois desferido um soco no rosto do servidor da Prefeitura, que teria revidado com um pedaço de madeira.

O secretário que é capitão reformado do exército, é a segunda pessoa do prefeito Fernando Cuba. Evaldmilson (Sabino) teria perdido as estribeiras e desferido palavras de “baixo escalão” ao funcionário que é responsável pela distribuição de combustíveis no município. Os dois teriam se ofendido , e o secretário teria ameaçado a vítima com uma arma de fogo, segundo populares.

Segundo a mãe da vítima que foi espancado, ela não conseguiu registrar o Boletim de Ocorrência (B.O) na delegacia de Cedral. De acordo com a mãe da vítima, o atendente teria informado que não seria necessário, e e teria encerrado o caso.

Por telefone, o titular do Blog do Jeremias Ribeiro entrou em contato com o secretário de Administração, que se posicionou da seguinte forma, dizendo que, não é a primeira, vez que o senhor Celenilson Vieira (Coelhinho), entra em conflito, com sua pessoa no que se refere a obedecer ordens e atender pedidos de superiores.

“Por várias vezes já foi solicitado demandas para o que se diz vítima, e se negou a fazer por não ter recebido o pedido do chefe imediato. O secretário ainda afirmou que,  agressões não se caracterizam somente em físicas e verbais, também pelas ações negativas quando um colaborador persiste em não obedecer ordens”, disse.

Ainda, “sou um ser humano de carne e osso, sujeito a falhas”. O que culminou na ação, lamentável não surgiu de hoje, várias vezes já foi maltratado, assim como outras pessoas pelo servidor agredido, o que contribuiu para agressão física.

E terminou dizendo “reconheço as minhas falhas, e não tenho problemas em pedir desculpas a quem ofendido”, finalizou.

Por Jeremias Ribeiro

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