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Alexandre de Moraes autoriza cirurgia de Bolsonaro após laudo médico da Polícia Federal

Perícia da PF apontou necessidade de correção de hérnia inguinal bilateral; procedimento foi autorizado, mas sem caráter de urgência.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta sexta-feira (19) a realização de uma cirurgia no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), após laudo médico da Polícia Federal (PF) constatar que ele é portador de hérnia inguinal bilateral.

A autorização foi concedida com base em perícia realizada pela PF, que indicou a necessidade de reparo cirúrgico em caráter eletivo. Segundo o laudo, o procedimento é recomendado diante da refratariedade aos tratamentos já adotados, além de relatos de piora no sono e na alimentação, fatores que podem aumentar o risco de complicações do quadro herniário em razão do aumento da pressão intra-abdominal.

Ao analisar o parecer médico, o ministro Alexandre de Moraes autorizou a cirurgia para correção da hérnia, mas destacou que não se trata de um procedimento de urgência. A decisão determina que a intervenção seja previamente agendada, cabendo à defesa do ex-presidente informar ao STF a data pretendida para a realização da cirurgia.

Bolsonaro está custodiado na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão, após condenação no processo que apurou a tentativa de golpe de Estado.

Na mesma decisão, Moraes negou o pedido da defesa para que Bolsonaro cumpra a pena em prisão domiciliar. Segundo o ministro, a legislação brasileira prevê essa possibilidade apenas para condenados em regime aberto, o que não se aplica ao caso, uma vez que o ex-presidente cumpre pena em regime fechado.

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